Segunda-feira, Novembro 07, 2011
Instruir...
Palavras chave:
agostinho da silva,
educar,
instruir
Sábado, Novembro 05, 2011
Diz na Sexta-feira, 4 de Novembro de 2011, o Filipe Anacoreta Correia no http://www.cachimbodemagritte.com
"Voto em branco
Em tempos de crise e de forte descontentamento popular, todos temem a insurreição. E não é para menos. Ainda hoje basta ouvir a entrevista de Vasco Lourenço à Antena 1 para perceber a confusão que ali vai. E nada mais perigoso do que uma mente confusa em tempos de incerteza. (E andam par’aí tantas).
Um dos aspectos importantes de um regime é o de encontrar formas de manifestação e de integração da insatisfação. Se a insatisfação não tem casa num regime, sai de casa e ocupa a rua. É uma possibilidade interessante para muitos – a do apelo à rua -, mas não conheço nenhuma mudança que, podendo ser feita de forma pacífica e ordeira, seja melhor de forma violenta e caótica. É por isso que acho interessante e propus já que se estudasse a possibilidade dos votos em branco serem computados nos resultados eleitorais. É o que acontece nalguns Países. Abriria espaço ao sentimento de reparação do eleitor e à penalização da classe política – que é muito importante que possa ocorrer, sem necessidade de Revoluções. Introduziria naquela um factor adicional de exigência e daria uma razão adicional para as pessoas saírem de casa para votar. É arriscado? É. Mas há riscos que não me importo de correr e, apesar de tudo, prefiro os ordeiros".
"Voto em branco
Em tempos de crise e de forte descontentamento popular, todos temem a insurreição. E não é para menos. Ainda hoje basta ouvir a entrevista de Vasco Lourenço à Antena 1 para perceber a confusão que ali vai. E nada mais perigoso do que uma mente confusa em tempos de incerteza. (E andam par’aí tantas).
Um dos aspectos importantes de um regime é o de encontrar formas de manifestação e de integração da insatisfação. Se a insatisfação não tem casa num regime, sai de casa e ocupa a rua. É uma possibilidade interessante para muitos – a do apelo à rua -, mas não conheço nenhuma mudança que, podendo ser feita de forma pacífica e ordeira, seja melhor de forma violenta e caótica. É por isso que acho interessante e propus já que se estudasse a possibilidade dos votos em branco serem computados nos resultados eleitorais. É o que acontece nalguns Países. Abriria espaço ao sentimento de reparação do eleitor e à penalização da classe política – que é muito importante que possa ocorrer, sem necessidade de Revoluções. Introduziria naquela um factor adicional de exigência e daria uma razão adicional para as pessoas saírem de casa para votar. É arriscado? É. Mas há riscos que não me importo de correr e, apesar de tudo, prefiro os ordeiros".
Está bem visto, mas não estou a ver que uma revisão constitucional, no actual quadro, faça de políticos cordeiros à mão dos eleitores.
Porque hoje é Sábado
Palavras chave:
douro,
pintura brasileira
Como gerir bem o tempo
Berlusconi ao inicio da manhã negava qualquer contacto entre o estado italiano e o FMI. Ao inicio da tarde anunciava a monitorização das contas e das medidas de reestruturação italianas pelo FMI. Foi um final de manhã produtivo!
Palavras chave:
berlusconi,
pintura italiana
Sexta-feira, Novembro 04, 2011
On a marre!
Ao ler-se o Comunicado Final da reunião de Cannes do G20, percebe-se que este grupo se deixou contagiar pelo vírus que há muito infecta as cimeiras europeias: a vacuidade, o relambório de coisa nenhuma, um palavreado interminável (95 pontos extensos) para dizer que em Fevereiro é que vai ser, enfim, uma estupada e uma chatice cheia de vento e de nada.Muitos parabéns!
(http://www.g20-g8.com/g8-g20/g20/english/for-the-press/news-releases/cannes-summit-final-declaration.1557.html)
Quinta-feira, Novembro 03, 2011
Erros de paralaxe
A força da Europa e por causa desta Europa:a) O primeiro-ministro espanhol vai-se embora dentro de um mês;
b) O primeiro-ministro italiano está por um fio e duvida-se que dure até ao Natal;
c) A primeira-ministra dinamarquesa assumiu funções há muito pouco tempo;
d) O esperado primeiro-ministro belga ainda não assumiu funções;
e) O primeiro-ministro holandês não sabe se consegue manter a coligação;
f) O presidente francês perde, nas sondagens, para o candidato socialista;
g) O primeiro-ministro grego talvez não se aguente mais duas semanas;
h) O primeiro-ministro luxemburguês já só pensa na reforma;
i) A primeira-ministra eslovaca demitiu-se há poucas semanas;
j) O primeiro-ministro finlandês esgota-se a tentar gerir a sua coligação;
l) A chanceler alemã perde votos em cada eleição estadual;
m) O primeiro-ministro inglês sobrevive a uma revolta dos seus backbenchers;
etc; etc.
Como diz alguém que prezo: "tamos juntos"
Quarta-feira, Novembro 02, 2011
Resumo dos próximos capítulos
É bem possível que o golpe de misericórdia para a bagunça em que se transformou a crise europeia venha da Holanda. Isto está melhor que uma tele-novela, mas é muito mais dramático. Será que ela vai trair o marido com o cavalo?
Saídas de sendeiro (2)
A ser verdade o que diz o jornal Público de hoje, o ministro Portas terá explicado a abstenção portuguesa na votação sobre a adesão da Palestina à UNESCO porque assim se satisfaria o pedido da baronesa Ashton, alta representante da UE.
Prefiro não acreditar no que diz o jornal Público. Agarro-me a esta fase de negação, como bem explicou o João Porto, para me poupar às outras fases que me levariam a concluir que o país está entregue a pseudo-estadistas do Bairro Alto.
Prefiro não acreditar no que diz o jornal Público. Agarro-me a esta fase de negação, como bem explicou o João Porto, para me poupar às outras fases que me levariam a concluir que o país está entregue a pseudo-estadistas do Bairro Alto.
Palavras chave:
douro,
Ministério dos Negócios Estrangeiros
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