nortadas
Domingo, Fevereiro 12, 2012
a desinformãção da cgtp
A CGTP tem um novo líder mas mantém os mesmos hábitos: desinformar até não poder mais. Basta olhar para as imagens aéreas e perceber que 300.000 almas nem pensar. Só se eles contam com os familiares que ficaram em casa a ver na TV. Deve ser isso, deve ser.
Palavras chave:
a politica. cf.
Sexta-feira, Fevereiro 10, 2012
O Sr. Schulz e a auto indulgência
Anda aí a república afrontada com os ditos do Sr. Schulz. Aliás, a indignação fez o pleno da tribo, da esquerda à direita, não há quem não se tenha apoquentado com o remate frio e germânico do presidente do Parlamento Europeu. O país – qual marialva – não engole recados nem remoques de fora…haja respeitinho, que é muito bonito…
Ora bem, ouvidas, lidas - para não restarem dúvidas – e contextualizadas, as afirmações (aqui) não podem recolher senão o mais vivo assentimento. Desde logo, o senhor não citava Portugal por Portugal, mas como exemplo do que se poderá passar na Europa caso não se assuma o projecto Europeu de corpo inteiro. Mais, fez mea culpa ao referir-se aos interesses sino-europeus, designadamente alemães, reputando a sociedade chinesa de esclavagista. Schulz não lançou nenhum toucinho para servir a Maomé, limitou-se a constatar, de forma aberta e deslumbrada, que os passos desta Europa não são firmes e que não levarão, porventura, a bons resultados. Quem semeia ventos…
É evidente que a entrada de capital de países emergentes, de verdadeiras cleptocracias, numa Europa empobrecida e acossada pela crise, com lideranças tíbias, coarctadas por tacticismos político-partidários internos, vai ter o seu preço. E a verdadeira factura não são exportações ou importações de conhecimento ou de oportunidades de negócio ou de cérebros, o preço é, mesmo, o risco. O risco de prescindirmos de ser uma sociedade transparente, mais do que solidária e equitativa; o risco - não calculado – de nos vermos acometidos por interesses difusos e nunca escrutinados; o risco de poder falar, dizer e pensar; o risco de ter medo de arriscar, de agir; o risco poderá, mesmo, ser o da nossa Liberdade.
Ora, numa sociedade sã, desassombrada, as opiniões deveriam ser ouvidas, de corpo inteiro e sem reservas. Porque às vezes podem ser úteis. E a do Sr. Schulz é mais do que útil, é um aviso, é uma inquietude a que, infelizmente, se fazem ouvidos de mercador porque é bem melhor fazer como a avestruz.
Somos realmente um país que se auto desculpabiliza – aqui não se mata o touro, serram-lhe os cornos – que se auto afaga, aninhado na auto comiseração das suas lágrimas. As verdades de Schulz só poderão provocar escândalo a quem tenha pena de si próprio e do seu estado. Enfim… e parafraseando a frase apócrifa do nosso primeiro ministro…somos mesmo uns piegas.
Ora bem, ouvidas, lidas - para não restarem dúvidas – e contextualizadas, as afirmações (aqui) não podem recolher senão o mais vivo assentimento. Desde logo, o senhor não citava Portugal por Portugal, mas como exemplo do que se poderá passar na Europa caso não se assuma o projecto Europeu de corpo inteiro. Mais, fez mea culpa ao referir-se aos interesses sino-europeus, designadamente alemães, reputando a sociedade chinesa de esclavagista. Schulz não lançou nenhum toucinho para servir a Maomé, limitou-se a constatar, de forma aberta e deslumbrada, que os passos desta Europa não são firmes e que não levarão, porventura, a bons resultados. Quem semeia ventos…
É evidente que a entrada de capital de países emergentes, de verdadeiras cleptocracias, numa Europa empobrecida e acossada pela crise, com lideranças tíbias, coarctadas por tacticismos político-partidários internos, vai ter o seu preço. E a verdadeira factura não são exportações ou importações de conhecimento ou de oportunidades de negócio ou de cérebros, o preço é, mesmo, o risco. O risco de prescindirmos de ser uma sociedade transparente, mais do que solidária e equitativa; o risco - não calculado – de nos vermos acometidos por interesses difusos e nunca escrutinados; o risco de poder falar, dizer e pensar; o risco de ter medo de arriscar, de agir; o risco poderá, mesmo, ser o da nossa Liberdade.
Ora, numa sociedade sã, desassombrada, as opiniões deveriam ser ouvidas, de corpo inteiro e sem reservas. Porque às vezes podem ser úteis. E a do Sr. Schulz é mais do que útil, é um aviso, é uma inquietude a que, infelizmente, se fazem ouvidos de mercador porque é bem melhor fazer como a avestruz.
Somos realmente um país que se auto desculpabiliza – aqui não se mata o touro, serram-lhe os cornos – que se auto afaga, aninhado na auto comiseração das suas lágrimas. As verdades de Schulz só poderão provocar escândalo a quem tenha pena de si próprio e do seu estado. Enfim… e parafraseando a frase apócrifa do nosso primeiro ministro…somos mesmo uns piegas.
QUERES PAZ PREPARA A GUERRA
Não estou nada de acordo com a corrente que acha que não precisamos de Forças Armadas para nada - ainda hoje VPV aludia a isso no Público -, pois não existem ameaças nenhumas e as que eventualmente venham a existir poderão ser resolvidas com o recurso a aliados europeus.
Não pretendo discutir agora o modelo de forças armadas sustentáveis que queremos e podemos ter, nem revelar o meu juízo sobre a forma e o conteúdo dos recentes protestos de alguns militares. O fundamental é que não podemos negligenciar as forças armadas e é determinante que estas sejam disciplinadas, moralizadas, eficazes e discretas. Discutir as Forças Armadas na praça pública, mandando-lhes recados pela televisão não será certamente a forma ideal de gerir o assunto.
O raciocínio pacifista ou economicista assenta, no meu modesto entendimento, em dois erros tremendos.
Em primeiro lugar, o que não falta no mundo de hoje, e a coisa não promete evoluir favoravelmente, são ameaças para as quais necessitamos de defesa própria e suficiente. Talvez não sejamos invadidos, via Almeida, pela Espanha nos próximos dias mas basta ver o Telejornal para se adivinhar que os perigos, individuais ou colectivos enquanto parte do chamado Ocidente, são os mais diversos. Das crises e ajustamentos políticos e económicos que o mundo actualmente sofre não virá propriamente estabilidade, paz, leite e mel (para quem goste).
Quanto mais não seja, mesmo de um ponto de vista estritamente utilitário ao menos sempre seria essencial uma marinha e uma força aérea equipadas e dimensionadas para salvaguarda da ZEE e dos nossos interesses económicos e ambientais estratégicos .
Outro dos enganos é pensar que alguém virá em nossa defesa se for preciso (não querendo nós defender-nos a nós próprios). Não é assim nem nunca foi. Estando os americanos a desinvestir na Europa, não estou a ver nenhum país europeu com o ânimo e a força para verter uma gota de sangue por Portugal em caso de necessidade. Não há coesão e solidariedade europeia em matérias muito mais simples e comezinhas, como é que irá existir em caso de guerra ou de ameaça? As coisas são o que são e não aquilo que gostaríamos que fossem.
Não pretendo discutir agora o modelo de forças armadas sustentáveis que queremos e podemos ter, nem revelar o meu juízo sobre a forma e o conteúdo dos recentes protestos de alguns militares. O fundamental é que não podemos negligenciar as forças armadas e é determinante que estas sejam disciplinadas, moralizadas, eficazes e discretas. Discutir as Forças Armadas na praça pública, mandando-lhes recados pela televisão não será certamente a forma ideal de gerir o assunto.
O raciocínio pacifista ou economicista assenta, no meu modesto entendimento, em dois erros tremendos.
Em primeiro lugar, o que não falta no mundo de hoje, e a coisa não promete evoluir favoravelmente, são ameaças para as quais necessitamos de defesa própria e suficiente. Talvez não sejamos invadidos, via Almeida, pela Espanha nos próximos dias mas basta ver o Telejornal para se adivinhar que os perigos, individuais ou colectivos enquanto parte do chamado Ocidente, são os mais diversos. Das crises e ajustamentos políticos e económicos que o mundo actualmente sofre não virá propriamente estabilidade, paz, leite e mel (para quem goste).
Quanto mais não seja, mesmo de um ponto de vista estritamente utilitário ao menos sempre seria essencial uma marinha e uma força aérea equipadas e dimensionadas para salvaguarda da ZEE e dos nossos interesses económicos e ambientais estratégicos .
Outro dos enganos é pensar que alguém virá em nossa defesa se for preciso (não querendo nós defender-nos a nós próprios). Não é assim nem nunca foi. Estando os americanos a desinvestir na Europa, não estou a ver nenhum país europeu com o ânimo e a força para verter uma gota de sangue por Portugal em caso de necessidade. Não há coesão e solidariedade europeia em matérias muito mais simples e comezinhas, como é que irá existir em caso de guerra ou de ameaça? As coisas são o que são e não aquilo que gostaríamos que fossem.
Teatros de Operações ou Operações teatrais
O mal-estar que começa a espalhar-se em vários ramos das Forças Armadas não é estranho à forma como o Ministro da Defesa vem lidando com o sector. Do meu ponto de vista, não basta afirmar-se que as Forças Armadas “são insustentáveis”. É fundamental apontar com clareza objectivos intelegíveis, identificar os meios e os métodos e adoptar um calendário, enfim, definir uma política. Alguém consegue perceber que política segue este ministro?Sem isso, a afirmação avulsa de que “não há dinheiro” e de que só as Chefias têm o seu ouvido não passa de uma fanfarronice contraproducente. Aliás, já se percebera pela forma hesitante e fugidia como veio arrastando a gestão do dossier “Estaleiros de Viana” que não havia liderança nem visão.
Se querem ser credíveis, coerentes e ganhar autoridade, mandem regressar imediatamente os militares que andam no Afeganistão, na Bósnia, no Kosovo, no Líbano e mais não sei donde a fingir que somos ricos. Se mais não fora, passa a poupar-se o envio de perús natalícios e, entre estes, o caqui engomado e os reporteres da RTPropaganda.
Palavras chave:
douro,
ministro da defesa
Vamos voltar a politizar o Jamor
Esta tentativa dos marxistas leninistas de se aproveitarem de um feito para o qual não contribuíram absolutamente nada, é no mínimo, parasita.
Esta gente não tem vergonha, acha que vale tudo.
A Briosa,os seus adeptos, e principalmente a sua história, merecem mais respeito.
Esta gente não tem vergonha, acha que vale tudo.
A Briosa,os seus adeptos, e principalmente a sua história, merecem mais respeito.
Quarta-feira, Fevereiro 08, 2012
E esta?
Rui Moreira, na TV2, acaba de abrir a porta a uma candidatura à Presidência da CMP.
Foi um nim +para o sim!
Foi um nim +para o sim!
Cônsul Honorário

Foi finalmente publicada uma lista dos cônsules honorários acreditados junto das autoridades portuguesas. Trata-se sem dúvida de um progresso notável, pois, apesar de há muito se exigir essa publicitação, o Ministério dos Negócios Estrangeiros sempre se recusou a fazê-lo, muito provavelmente por razões de um certo embaraço.
Ainda assim, não tenho inteira confiança nesta lista, agora acessível na página 227 do seguinte documento (http://www.portugal.gov.pt/media/442786/livro-do-corpo-diplomatico.pdf), pois não vejo lá nomeado, entre outros, o nosso querido Marco António, cônsul da Bielorússia, embora lá esteja o Couto dos Santos, cônsul de um outro grande democrata e amigo do povo sírio, o Putin russo.
Não tenho nada contra a instituição consular honorária em si, e até conheço uma mão cheia deles, que são pessoas sérias e desinteressadas. Mas não posso deixar de sorrir quando tropeço, por exemplo, no Dr. Sousa Lara, 2° Conde de Guedes, cônsul do Lesoto (!), ou no Dr. Angelo Correia, sim esse mesmo, dedicado cônsul da...Jordânia.
Fica-se a saber que o Togo tem um cônsul em Sintra e outro em Lisboa, que o Mónaco tem cônsul e vice-cônsul (será um casal Polignac?), e que S. Marino, Benim, Mongólia, Seycheles, Belize, Guatemala e outros potentados de igual gabarito honraram compatriotas nossos confiando-lhes a representação da multiplicidade dos seus interesses.
O grande Porto não sai mal na foto: seja em Gondomar, na Maia, em Matosinhos, em Espinho ou ali no 1203 da Av. da Boavista, atropelam-se uns aos outros cônsules honorários da Albânia, Paraguai, Etiópia, Colômbia, Costa do Marfim, Madagascar, etc. e tal.
O posto de cônsul honorário da República Checa no Porto está vago. Ora eu, que sempre desejei ter uma vida arriscada e trepidante, sei perfeitamente que a capital é Praga e que faz lá muito frio. Tenho de me inscrever no PSD ou basta mandar foto?
Palavras chave:
cônsules honorários,
douro,
MNE
Três feridos *

Depois de um rebentamento a dinamite, deu-se um novo « aluímento natural » nas obras da barragem do Tua : mais três operários feridos.
Os padrões de segurança da EDPeste já eram chineses antes de o serem.
Os padrões de segurança da EDPeste já eram chineses antes de o serem.
*Adenda: infelizmente não foram três mas cinco feridos, um dos quais em estado grave.
Palavras chave:
barragem baixo sabor; tua; energia,
douro,
edp
PIEGUICES
Sei que os tempos não estão para futebóis pelo que peço a indulgência de todos os meus compatriotas, em particular do Sr. Primeiro Ministro, que faz o que pode - a sério, não estou a brincar -, mas hoje vou ser um pouquinho piegas e abordar uma futilidade a que nunca pensei assistir na minha vida: a Académica vai à final da Taça. Viva a Briosa.
Terça-feira, Fevereiro 07, 2012
Deep Purple & Led Zeppelin & Eric Clapton & The London Symphony Orchestra
Smoke on the water
sugestão do Vasco, do Mar Salgado
Palavras chave:
jac,
musica do mundo
Tens aí um lenço?
Consta que a Comissão Europeia declarou hoje que quer que a Grécia permaneça na zona euro. Não sei se foi uma declaração pessoal do SEI (Sua Excelentíssima Irrelevância), também conhecido por Presidente Barroso, ou uma afirmação de um dos trinta e quatro mil porta-vozes da dita.Ele há cínicos para tudo, mas o que chateia é que nos façam passar por atrasados mentais. Ora se estão todos satisfeitos com esse novo tratado, a que chamam pacto (até das palavras têm medo...), que obriga a déficits que não ultrapassem 0,5% do PIB (coisa absolutamente impossível para os gregos como para nós), tratado que será invocado a seu tempo para apontar a porta de saída aos tinhosos das pontas, porque é que hão-de persistir nesta pantominice de largarem umas lágrimas de crocodilo sobre Atenas?
Adenda: à luz do acordo ortográfico de má memória, será que é mais pato do que pacto?
Palavras chave:
douro,
União Europeia
Falar claro
O novo governo espanhol volta a falar de transvases nas bacias hidrográficas ibéricas.Em 1998, o governo Guterres, pela mão da sua ministra do ambiente Elisa Ferreira, assinou com Espanha o Convénio de Albufeira que era suposto assegurar caudais mínimos na entrada em Portugal dos rios Minho, Lima, Douro, Tejo e Guadiana. Houve quem considerasse que esse acordo já era nefasto para os interesses portugueses.
Em 2008, o ministro socratino Francisco Nunes aceitou rever esses mínimos, com prejuízo para Portugal, alegando que tinhamos de compreender os problemas de Espanha onde a seca era mais grave que a nossa. Um patriota, o Nules.
Vamos ver agora como reage a ministra Cristas ao que o congénere castelhano Cañete está a preparar. Nestas coisas não há paninhos quentes: ou se afirma com toda a clareza e determinação a linha vermelha que nunca aceitaremos que ultrapassem ou se gagueja umas nulidades para esconder a incompetência.
Palavras chave:
douro,
transvases espanhóis
Segunda-feira, Fevereiro 06, 2012
O carnaval
É costume dizer-se que no carnaval ninguém leva a mal. Só que o povo levou a mal esta retirada do quase feriado. Outrora Cavaco, hoje Passos. Tenho que foi um erro, não tanto pela medida em si mas pelo timing. Mas olhemos argumentos e contra-argumentos:
1 - Devia manter a tolerância de ponto pois as escolas estão fechadas - Falso argumento pois as escolas também fecham no Natal, na Páscoa e no Verão e que eu saiba os tugas não têm tantas férias assim.
2 - Era um direito adquirido - Falso argumento pois hoje o que é verdade amanhã pode não o ser. E o que hoje é um direito adquirido no passado não o era e como tal....
´
Assim como assim só encontro uma razão para criticar e têm mais a ver com o timming da comunicação do que com o resultado da mesma.
1 - Com efeito se esta decisão tivesse sido tomada e comunicada há uns 4 a 5 meses atrás talvez as comissões organizadoras dos "corsos" tivessem poupado umas coroas. (confesso que não consigo compreender o que fazem umas moças despidas a abanarem-se nas ruas de loulé ou ovar com a temperatura a rondar valores mais dados a uma manta e um chá).
2 - E como extensão da primeira, o facto de esta tardia decisão ter custos no turismo, interno apenas, mas que permitiria algum encaixe nos locais onde o corso fosse uma realidade.
Assim, posso concluir que foi uma boa ideia mal aplicada no tempo. E claro que quem quiser gozar uns dias mascarado sempre pode tirar uns dias de férias, que é para isso que eles servem.
1 - Devia manter a tolerância de ponto pois as escolas estão fechadas - Falso argumento pois as escolas também fecham no Natal, na Páscoa e no Verão e que eu saiba os tugas não têm tantas férias assim.
2 - Era um direito adquirido - Falso argumento pois hoje o que é verdade amanhã pode não o ser. E o que hoje é um direito adquirido no passado não o era e como tal....
´
Assim como assim só encontro uma razão para criticar e têm mais a ver com o timming da comunicação do que com o resultado da mesma.
1 - Com efeito se esta decisão tivesse sido tomada e comunicada há uns 4 a 5 meses atrás talvez as comissões organizadoras dos "corsos" tivessem poupado umas coroas. (confesso que não consigo compreender o que fazem umas moças despidas a abanarem-se nas ruas de loulé ou ovar com a temperatura a rondar valores mais dados a uma manta e um chá).
2 - E como extensão da primeira, o facto de esta tardia decisão ter custos no turismo, interno apenas, mas que permitiria algum encaixe nos locais onde o corso fosse uma realidade.
Assim, posso concluir que foi uma boa ideia mal aplicada no tempo. E claro que quem quiser gozar uns dias mascarado sempre pode tirar uns dias de férias, que é para isso que eles servem.
---
O Público dedica hoje uma página inteirinha ao assunto do Manuel Gonçalves e à reunião da Câmara do Porto, amanhã dia 7 de fevereiro.
A história, em si mesma, não vale um caracol. Todos nós nos enganamos, ou atropelamos o emaranhado de leis que se cruzam no nosso caminho. O inocente, e certamente sincero, “não sabia” resolveria o assunto em três penadas. Por isso, vai daqui um abraço ao Manuel Gonçalves, que merecia melhor sorte.
O que é estranho é o comportamento do CDS, partido onde tudo se passou e continua a passar. Agora já ninguém pode, com sinceridade, dizer “não sabia”. E os dias continuam a passar, num comprometimento crescente entre todos. Esse silêncio coloca Rui Rio em sérias dificuldades, e representa uma falta de lealdade que é, aos olhos do cidadão comum, indecente.
É também muito curioso reparar no silêncio comprometedor de Paulo Portas, ou dos 6 vice-presidentes, ou do porta-voz do partido. Trata-se afinal de contas do secretário-geral adjunto, figura nacional do PP.
A história, em si mesma, não vale um caracol. Todos nós nos enganamos, ou atropelamos o emaranhado de leis que se cruzam no nosso caminho. O inocente, e certamente sincero, “não sabia” resolveria o assunto em três penadas. Por isso, vai daqui um abraço ao Manuel Gonçalves, que merecia melhor sorte.
O que é estranho é o comportamento do CDS, partido onde tudo se passou e continua a passar. Agora já ninguém pode, com sinceridade, dizer “não sabia”. E os dias continuam a passar, num comprometimento crescente entre todos. Esse silêncio coloca Rui Rio em sérias dificuldades, e representa uma falta de lealdade que é, aos olhos do cidadão comum, indecente.
É também muito curioso reparar no silêncio comprometedor de Paulo Portas, ou dos 6 vice-presidentes, ou do porta-voz do partido. Trata-se afinal de contas do secretário-geral adjunto, figura nacional do PP.
Palavras chave:
camara municipal do porto,
cds no seu melhor,
jac
Sábado, Fevereiro 04, 2012
Norte é sempre o caminho a seguir
Já aqui o escrevi mais do que uma vez e pode começar a ser monótono e mesmo sinal de paranóia e obsessão. Aceito a obsessão, mesmo teimosia, mas nunca é demais alertar para a realidade. Por isso sempre que surje oportunidade aqui estou eu a lembrar que a região norte pode e será quem vai aguentar. Sente-se no terreno e ouve-se a Sul como lamento de esperança que assim seja. E ainda ontem o secretário de estado veio dar nota disso mesmo ao disponibilizar os números de execução do QREN com a região norte a arrecadar 40% desse valor. Mas mesmo impressionante é se olharmos mais "fino" vêmos que a região do Minho-Lima atingiu 94% dos financiamentos contratualizados. Note-se que apresentar projectos ao QREN é um passo, mas o importante mesmo é levar adiante a ideia e o projecto. Convém por isso que o governo liberte mais de 2 milhões de euros que estão cativos e alocados a projectos que ainda não viram a luz do dia. Mas como refere Manuel Tavares convém que a banca comece a financiar as empresas. Mas para isso precisa de aceitar o refinancimanento/recapitalização que o estado lhe "oferece". Fácil? parece que sim, mas nem sempre o que parece é.
O caminho a seguir é ainda muito doloroso e certamente que serão cometidos alguns erros e até algumas injustiças. E, tal como ouvi a outros, deixem-nos trabalhar. Bastando para isso tirar o estado da economia real. E divirtam-se nos corredores do poder a brincar às secretas.
O caminho a seguir é ainda muito doloroso e certamente que serão cometidos alguns erros e até algumas injustiças. E, tal como ouvi a outros, deixem-nos trabalhar. Bastando para isso tirar o estado da economia real. E divirtam-se nos corredores do poder a brincar às secretas.
Palavras chave:
cf
Subscrever:
Mensagens (Atom)

