segunda-feira, maio 09, 2016

TAP

Lembra bem, aqui, Nuno Botelho:


"Em suma: muito menos do que era mau em ligações a Milão ou a Barcelona passa a ser ótimo e maravilhoso em voos domésticos..."...

segunda-feira, março 14, 2016

XVI congresso do CDS

Uma nova vida para o CDS!

Assunção Cristas ganhou, merecidamente, o último congresso do CDS.

Ao trabalho!

Com todos a procurar ajudar!


segunda-feira, fevereiro 29, 2016

XVI congresso CDS



Está à porta o congresso do CDS.


As moções já estão apresentadas.


O AR, como sempre tem feito, tem a suas ideias apresentadas e em análise como aqui .






Venha daí o congresso, novo rumo e a nova liderança!

domingo, fevereiro 28, 2016

Política e religião

E não é que o bloco, agora no poder, entusiasmado com o cumprimento de Costa a Catarina, resolve atacar no plano religioso?

Tentou recuar, mas já não dá! Está feito!

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Triste Norte

O desinvestimento da TAP no aeroporto Francisco Sá Carneiro é mais um passo no hipercentralismo em Portugal. Trata-se de uma medida de gestão irresponsável na medida em que se trata de uma empresa detida parcialmente pelo Estado. A estratégia não devia ser sobrecarregar a Portela para haver pretexto para construir um novo aeroporto de Lisboa. A estratégia devia ser um plano para desenvolver todo o país. No seu todo. Servir convenientemente o Norte exportador.

Por cá, no Norte, saúdo as intervenções de Rui Moreira, Rui Rio e PSD Porto. O resto anda a dormir?

domingo, fevereiro 07, 2016

Um orçamento para o bem da Nação

Em abril de 2011, quando Portugal foi obrigado a pedir um resgate financeiro, a explicação da generalidade dos analistas económicos (nacionais e internacionais) era que o país acumulava cronicamente défices (orçamentais e externos) e que tal resultava de uma, também ela crónica, falta de competitividade económica. Portanto, ao contrário da Irlanda e de Espanha, o desequilíbrio português era a economia, ou a falta dela, e não propriamente uma crise do sistema financeiro (pelo menos à luz de 2011).

A assistência financeira foi feita reduzindo custos de trabalho e aumentando (ainda que residualmente) a competitividade económica à custa, sobretudo, de uma reforma do IRC.

Em 2015, o programa eleitoral do PS visava corrigir estratégias anteriores restaurando o consumo e, por essa via, melhorando a economia. Isto é, aproveitava a folga orçamental obtida na última legislatura de PSD/CDS para estimular a economia.

Em 2016, no entanto, o que se depreende efectivamente é que o orçamento apresentado não é um documento equilibrado ou que respeite as premissas do programa eleitoral do PS ou do próprio Mário Centeno (tendo em conta as suas várias intervenções públicas). Na verdade, gostaria que os vários apoiantes e membros do actual Governo (em especial, o actual ministro das Finanças) fizessem o seguinte exercício: que se imaginassem estar a analisar este orçamento de 2016 no dia anterior às eleições legislativas de 6 de outubro e, em consciência, dissessem se seria um bom orçamento ou não. 


Na minha, perspectiva este orçamento não é bom para o País nem tão pouco para o PS. Serve apenas a minoria populista que sustenta o Governo. 

sábado, janeiro 02, 2016

CDS com ano animado

Poucos seriam os que em Outubro previam que o ano de 2016 seria tão interessante ao nível político. Eu apostei numa vitória PAF com maioria absoluta. Enganei-me redondamente. Se tivesse acertado 2016 seria um ano de reformas e de tranquilidade. Politica e económica. Social não pois teríamos os sindicatos a criar o ruído habitual.

Mas a realidade politica mostrou-se muito diferente do que estávamos habituados e temos uma "geringonça" a governar e um parlamento com geometrias muito variáveis e onde se vai passar grande parte do debate político.

A tudo isso a não recandidatura de Portas veio acrescentar ainda mais animação ao debate politico, desta feita interno mas ainda assim bem interessante para quem gosta de acompanhar a vida politica portuguesa.

O percurso de Paulo Portas é mais do que conhecido e por mim elogiado na sua globalidade. E se durante muito tempo foi acusado de ser um eucalipto, estamos hoje perante um quadro de sucessores bem interessante que acaba por contradizer essa acusação.

Nuno Melo, Assunção Cristas, Mota Soares são nomes em cima da mesa. Mas outros podem surgir como Pires de Lima ou mais remotamente, muito remotamente, Lobo Xavier. João Almeida já se colocou de fora desta corrida guardando-se para datas mais futuras. Mas existe ainda Filipe Anacoreta que tem aqui uma oportunidade de dar continuidade ao trabalho que tem desenvolvido.

Assim sendo temos um partido rico e com capacidade de continuar a prestar bons serviços a Portugal. 

Melo, Cristas e Mota Soares estão seguramente divididos entre decisões de cariz político e muito de pessoal. É a primeira vez que o tem que fazer ao contrário de Anacoreta. Ser líder de um partido é entregar-se de corpo e alma. Família passa a segundo plano, horas passam a ser um bem escasso e kms e carne assada passarão a prato principal.

São bons nomes, cada um com as suas vantagens e desvantagens. Mas só eles podem decidir. Seguramente estarão a ser pressionados e aconselhados. A seu tempo saberemos. Mas uma coisa é certa, o partido está bem servido. 

Será interessante que exista acima de tudo um debate e um clarificar do caminho que queremos que o partido siga. Mais do que de nomes ou de capelinhas eleitorais.

Quanto a Paulo Portas apenas podemos agradecer o seu empenho na causa e estarmos certos de que o vamos ver muito por aí.

quinta-feira, dezembro 10, 2015

100 anos do cerco de Nevala - Moçambique

A revista “O Tripeiro” vai realizar no Auditório do Palácio da Bolsa, no próximo dia 18 de Dezembro, pelas 18 horas, uma conferência a cargo do Ex.mo Senhor Coronel Nuno Lemos Pires, evocativa dos 100 anos do cerco de Nevala - Moçambique, que teve lugar durante a I Grande Guerra, entre os dias 22 e 28 de Novembro de 1916. 

A iniciativa é divulgada aqui .


A assistência é livre, estando no entanto limitada à disponibilidade dos lugares existentes.