segunda-feira, março 14, 2016

XVI congresso do CDS

Uma nova vida para o CDS!

Assunção Cristas ganhou, merecidamente, o último congresso do CDS.

Ao trabalho!

Com todos a procurar ajudar!


segunda-feira, fevereiro 29, 2016

XVI congresso CDS



Está à porta o congresso do CDS.


As moções já estão apresentadas.


O AR, como sempre tem feito, tem a suas ideias apresentadas e em análise como aqui .






Venha daí o congresso, novo rumo e a nova liderança!

domingo, fevereiro 28, 2016

Política e religião

E não é que o bloco, agora no poder, entusiasmado com o cumprimento de Costa a Catarina, resolve atacar no plano religioso?

Tentou recuar, mas já não dá! Está feito!

segunda-feira, fevereiro 22, 2016

quinta-feira, fevereiro 11, 2016

Triste Norte

O desinvestimento da TAP no aeroporto Francisco Sá Carneiro é mais um passo no hipercentralismo em Portugal. Trata-se de uma medida de gestão irresponsável na medida em que se trata de uma empresa detida parcialmente pelo Estado. A estratégia não devia ser sobrecarregar a Portela para haver pretexto para construir um novo aeroporto de Lisboa. A estratégia devia ser um plano para desenvolver todo o país. No seu todo. Servir convenientemente o Norte exportador.

Por cá, no Norte, saúdo as intervenções de Rui Moreira, Rui Rio e PSD Porto. O resto anda a dormir?

domingo, fevereiro 07, 2016

Um orçamento para o bem da Nação

Em abril de 2011, quando Portugal foi obrigado a pedir um resgate financeiro, a explicação da generalidade dos analistas económicos (nacionais e internacionais) era que o país acumulava cronicamente défices (orçamentais e externos) e que tal resultava de uma, também ela crónica, falta de competitividade económica. Portanto, ao contrário da Irlanda e de Espanha, o desequilíbrio português era a economia, ou a falta dela, e não propriamente uma crise do sistema financeiro (pelo menos à luz de 2011).

A assistência financeira foi feita reduzindo custos de trabalho e aumentando (ainda que residualmente) a competitividade económica à custa, sobretudo, de uma reforma do IRC.

Em 2015, o programa eleitoral do PS visava corrigir estratégias anteriores restaurando o consumo e, por essa via, melhorando a economia. Isto é, aproveitava a folga orçamental obtida na última legislatura de PSD/CDS para estimular a economia.

Em 2016, no entanto, o que se depreende efectivamente é que o orçamento apresentado não é um documento equilibrado ou que respeite as premissas do programa eleitoral do PS ou do próprio Mário Centeno (tendo em conta as suas várias intervenções públicas). Na verdade, gostaria que os vários apoiantes e membros do actual Governo (em especial, o actual ministro das Finanças) fizessem o seguinte exercício: que se imaginassem estar a analisar este orçamento de 2016 no dia anterior às eleições legislativas de 6 de outubro e, em consciência, dissessem se seria um bom orçamento ou não. 


Na minha, perspectiva este orçamento não é bom para o País nem tão pouco para o PS. Serve apenas a minoria populista que sustenta o Governo. 

sábado, janeiro 02, 2016

CDS com ano animado

Poucos seriam os que em Outubro previam que o ano de 2016 seria tão interessante ao nível político. Eu apostei numa vitória PAF com maioria absoluta. Enganei-me redondamente. Se tivesse acertado 2016 seria um ano de reformas e de tranquilidade. Politica e económica. Social não pois teríamos os sindicatos a criar o ruído habitual.

Mas a realidade politica mostrou-se muito diferente do que estávamos habituados e temos uma "geringonça" a governar e um parlamento com geometrias muito variáveis e onde se vai passar grande parte do debate político.

A tudo isso a não recandidatura de Portas veio acrescentar ainda mais animação ao debate politico, desta feita interno mas ainda assim bem interessante para quem gosta de acompanhar a vida politica portuguesa.

O percurso de Paulo Portas é mais do que conhecido e por mim elogiado na sua globalidade. E se durante muito tempo foi acusado de ser um eucalipto, estamos hoje perante um quadro de sucessores bem interessante que acaba por contradizer essa acusação.

Nuno Melo, Assunção Cristas, Mota Soares são nomes em cima da mesa. Mas outros podem surgir como Pires de Lima ou mais remotamente, muito remotamente, Lobo Xavier. João Almeida já se colocou de fora desta corrida guardando-se para datas mais futuras. Mas existe ainda Filipe Anacoreta que tem aqui uma oportunidade de dar continuidade ao trabalho que tem desenvolvido.

Assim sendo temos um partido rico e com capacidade de continuar a prestar bons serviços a Portugal. 

Melo, Cristas e Mota Soares estão seguramente divididos entre decisões de cariz político e muito de pessoal. É a primeira vez que o tem que fazer ao contrário de Anacoreta. Ser líder de um partido é entregar-se de corpo e alma. Família passa a segundo plano, horas passam a ser um bem escasso e kms e carne assada passarão a prato principal.

São bons nomes, cada um com as suas vantagens e desvantagens. Mas só eles podem decidir. Seguramente estarão a ser pressionados e aconselhados. A seu tempo saberemos. Mas uma coisa é certa, o partido está bem servido. 

Será interessante que exista acima de tudo um debate e um clarificar do caminho que queremos que o partido siga. Mais do que de nomes ou de capelinhas eleitorais.

Quanto a Paulo Portas apenas podemos agradecer o seu empenho na causa e estarmos certos de que o vamos ver muito por aí.

quinta-feira, dezembro 10, 2015

100 anos do cerco de Nevala - Moçambique

A revista “O Tripeiro” vai realizar no Auditório do Palácio da Bolsa, no próximo dia 18 de Dezembro, pelas 18 horas, uma conferência a cargo do Ex.mo Senhor Coronel Nuno Lemos Pires, evocativa dos 100 anos do cerco de Nevala - Moçambique, que teve lugar durante a I Grande Guerra, entre os dias 22 e 28 de Novembro de 1916. 

A iniciativa é divulgada aqui .


A assistência é livre, estando no entanto limitada à disponibilidade dos lugares existentes.

segunda-feira, novembro 23, 2015

Os mínimos do mínimo

O Presidente da República chamou hoje António Costa a Belém.
António Costa saiu de Belém em silêncio.
A Presidência da República, de modo a evitar especulações e provavelmente cercear as mentiras a que Costa nos habituou, fez um comunicado a esclarecer com exactidão as garantias exigidas pelo Presidente a Costa.
As condições de governabilidade exigidas a Costa são a garantia de cumprimento por parte dos seus aliados de extram-esquerda do seguinte:


a) aprovação de moções de confiança;
b) aprovação dos Orçamentos do Estado, em particular o Orçamento para 2016;
c) cumprimento das regras de disciplina orçamental aplicadas a todos os países da Zona Euro e subscritas pelo Estado Português, nomeadamente as que resultam do Pacto de Estabilidade e Crescimento, do Tratado Orçamental, do Mecanismo Europeu de Estabilidade e da participação de Portugal na União Económica e Monetária e na União Bancária;
d) respeito pelos compromissos internacionais de Portugal no âmbito das organizações de defesa colectiva;
e) papel do Conselho Permanente de Concertação Social, dada a relevância do seu contributo para a coesão social e o desenvolvimento do País;
f) estabilidade do sistema financeiro, dado o seu papel fulcral no financiamento da economia portuguesa.

São condições elementares, mínimas, que ninguém compreende que, ante as proclamações das forças políticas envolvidas, não estivessem já previstas e garantidas.
O Presidente, ao quedar-se por estes mínimos elementares fica longe de esgotar a amplitude constitucional que o exercício do cargo lhe outorga.
As garantias exigidas relacionam-se essencialmente com os compromissos externos de Portugal e com factores que possam evitar uma derrocada imediata da economia e o caos de uma bancarrota a curtíssimo prazo.
De fora, ficam sectores importantíssimos da estruturação da sociedade portuguesa como a Segurança Social, a Educação e a Justiça. Com o experimentalismo anunciado na Segurança Social, o facilitismo irresponsável na Educação e desprezo absoluto pela isenção e independência da Justiça, só podemos temer o pior. Costa estará entregue a si próprio, com os seus camaradas e os seus aliados radicais. O Fim dos exames do 4º ano e o célebre almoço do fim de semana são anúncio do que aí vem.

O Bloco não terá grandes problemas em subscrever tais condições. Mantém-se na tentativa de se estabelecer como partido charneira de coligações de extrema-esquerda, e ainda sobra muito onde levar a cabo o seu processo de destruição do modo de vida português.

O PCP terá aqui um enorme desafio sob a forma de NATO, EURO, União Europeia, ao fim e ao cabo, o modelo de democracia ocidental que sempre rejeitou e combateu.

No fim, nada mudará, Costa mentirá, dirá que tem o que na realidade não tem, continuará igual a si próprio e será primeiro-ministro sem vitória nem honra.


Cavaco Silva, não podendo fazer mais nada, obriga um Costa sem crédito nem palavra, um Costa mínimo, a ficar com o ónus dos mínimos que ninguém acredita poder cumprir.

masculino e feminino



video
“É na complementaridade do masculino e do feminino que nos afirmamos socialmente” - Filipe Anacoreta Correia esteve bem na AR

quarta-feira, novembro 04, 2015

Obrigado Costa

Acreditando que seremos governados em gestão e por duodécimos a partir de Janeiro com novas eleições em Junho, pergunto se os portugueses sabem realmente o que significa governar com duodécimos?

Um orçamento em duodécimos não permite adaptar o orçamento às necessidades do país. O governo pode governar, embora com menos liberdade de acção e no limite terá de gerir o país com o orçamento que foi autorizado a gastar em 2015. Portanto governar com duodécimos pode facilmente significar caminhar a passos largos para a falência.

O Governo também não poderá contrair mais empréstimos e, não poderá mexer nos impostos. Isto significa que o défice orçamental não poderá aumentar e que, se a economia, a receita fiscal e os preços crescerem, será forçado a contrair-se.

Todos sabemos que sem investir não se pode colher, e num cenário de governo de gestão, a nossa economia ficará certamente estagnada.

Dado o aproximar da época natalícia pede-se ao pai natal que reúna com estas personagens de esquerda, tão ideologicamente próximas, e lhes explique que nem sempre é possível termos o brinquedo que queremos, mas sim o brinquedo que é possível e do qual formos merecedores.

Costa, queres mesmo arruinar o País só para sobreviveres politicamente?

Adelaide João da Costa


Obs: Escrita sem acordo ortográfico.Objecção de consciência.

NOTA DA REDACÇÃO: Enquanto afinamos a máquina o que nos salva são os nossos leitores. E assim aqui publicamos mais uma opinião.

terça-feira, novembro 03, 2015

O acordo

Há muita gente a querer ver o suposto acordo entre Costa e a extrema-esquerda. 
Entendamo-nos, Costa assina o que tiver de assinar para se salvar. O acordo só lhe interessa no plano da sua sobrevivência pessoal; no plano do conteúdo e das suas repercussões para o país é-lhe completa e absolutamente indiferente. Primeiro, porque não é homem de valorizar acordos, e muito menos de os cumprir. Segundo, porque se tivesse um resquício de consciência e de respeito pelo interesse nacional, não levaria em frente o golpe que urdiu.
Para já, todas os caprichos de Catarina serão considerados, todas as exigências de Jerónimo bem acolhidas.
Se o golpe resultar, o acordo valerá o que vale um acordo para um homem sem palavra. Governará como um refém debaixo dos ultimatos permanentes do Bloco e do PC, que farão respeitar as suas imposições com o à vontade de quem detém a chave do interruptor da bomba que pulverizará Costa para todo o sempre.