O Público dedica hoje uma página inteirinha ao assunto do Manuel Gonçalves e à reunião da Câmara do Porto, amanhã dia 7 de fevereiro.
A história, em si mesma, não vale um caracol. Todos nós nos enganamos, ou atropelamos o emaranhado de leis que se cruzam no nosso caminho. O inocente, e certamente sincero, “não sabia” resolveria o assunto em três penadas. Por isso, vai daqui um abraço ao Manuel Gonçalves, que merecia melhor sorte.
O que é estranho é o comportamento do CDS, partido onde tudo se passou e continua a passar. Agora já ninguém pode, com sinceridade, dizer “não sabia”. E os dias continuam a passar, num comprometimento crescente entre todos. Esse silêncio coloca Rui Rio em sérias dificuldades, e representa uma falta de lealdade que é, aos olhos do cidadão comum, indecente.
É também muito curioso reparar no silêncio comprometedor de Paulo Portas, ou dos 6 vice-presidentes, ou do porta-voz do partido. Trata-se afinal de contas do secretário-geral adjunto, figura nacional do PP.
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segunda-feira, fevereiro 06, 2012
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Palavras chave:
camara municipal do porto,
cds no seu melhor,
jac
sexta-feira, janeiro 27, 2012
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Nunca pensei chegar ao ponto de ter pena de Rui Rio
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rui rio
terça-feira, setembro 15, 2009
Gostei 2
De ver que as noticias sobre a arruada de Portas e Ribeiro e Castro no Porto tinha corrido bem. Gostei por ter corrido bem e pelo retrato fidedigno do que lá se passou.
Originalidades

Entro a matar: a proposta do CDS/PP de pagar parcialmente em géneros o Rendimento Social de Inserção é insultante.
Uma coisa é o combate à fraude e a luta por uma correcta execução de um dado quadro legal, outra coisa é a demagogia populista de pressupor que o beneficiário do RSI é um malandro potencial e que é melhor dar-lhe umas senhas para ir comprar pão do que uns euros que ele vai gastar provavelmente na tasca.
Dirão que não é nada disso. Ai não? Então porque é que não se propõe também dar uma parte das pensões em kilos de arroz ou pacotes de leite? E já que estamos nisso, talvez não fosse má ideia sugerir que as empresas em dificuldade pudessem legalmente dar uma parte dos salários em géneros: na Mabor davam um pneu, na Sotinco uma lata de amarelo-canário e na Corticeira Amorim um saco de rolhas.
Ele há cada uma!
Uma coisa é o combate à fraude e a luta por uma correcta execução de um dado quadro legal, outra coisa é a demagogia populista de pressupor que o beneficiário do RSI é um malandro potencial e que é melhor dar-lhe umas senhas para ir comprar pão do que uns euros que ele vai gastar provavelmente na tasca.
Dirão que não é nada disso. Ai não? Então porque é que não se propõe também dar uma parte das pensões em kilos de arroz ou pacotes de leite? E já que estamos nisso, talvez não fosse má ideia sugerir que as empresas em dificuldade pudessem legalmente dar uma parte dos salários em géneros: na Mabor davam um pneu, na Sotinco uma lata de amarelo-canário e na Corticeira Amorim um saco de rolhas.
Ele há cada uma!
domingo, agosto 09, 2009
Os cartazes do PP
Antes preferia levar com um pau nas costas a dizer que concordo com os novos cartazes do PP.
Estou totalmente de acordo com isto.
Estou totalmente de acordo com isto.
terça-feira, julho 29, 2008
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