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quinta-feira, dezembro 18, 2014

Os submarinos


Não consigo deixar de pensar nisto. O processo dos submarinos foi agora arquivado pela Justiça.
Na Justiça, como na Comissão Parlamentar de Inquérito, Portas não foi arguido, Portas não foi acusado, Portas não foi pronunciado e muito menos condenado. Foi apenas e só testemunha diligente e cooperante, nada mais. 
Já há uns anos os funcionários e o tesoureiro do CDS tinham sido rigorosamente absolvidos, é pertinente lembrá-lo agora.
Perderam os que insinuaram e vilmente difamaram. 
Fosse Portas da qualidade dos que o perseguem, e quem estaria a braços com a Justiça, seria Ana Gomes, Soares e o resto do gang. 
E de pouco lhes valeria declararem-se inimputáveis.
Imagino que, tal como o Tridente e o Arpão, submergirão porque é lá no fundo que repousa o lixo onde tanto gostam de chafurdar.

sexta-feira, abril 02, 2010

Anda aí um torpedo



Os dois submarinos ainda não acostaram e já há torpedos nas nossas águas, à procura de alvos. Os do costume tentam manobras de última hora, do género « o carro é da minha mulher » ou « não fui eu, foi o outro », em golpes de rins ‘corajosos’ a ver se o torpedo passa ao lado e o raspão não faz muitos estragos.

Há um prejuízo maior que se insinua em artigos de opinião e que me parece superior aos milhões que se foram distribuindo por capelas várias : a ideia de que não vale a pena velarmos pelas nossas águas porque nunca estaremos à altura de uma tarefa dessa grandeza ou porque os ‘maus’ já não o são ou perderam os dentes.

Não sei se dois submarinos são o instrumento necessário para garantir a nossa soberania no mar territorial. Deixo isso para os especialistas, que, diga-se de passagem, não são os Tavares que sabem de tudo e falam de qualquer coisa desde que tal venda papel. Mas seria desastroso que à conta da nossa revolta pela corrupção que mais uma vez contamina outro negócio do Estado, se deixe escapar a nossa vontade de assumirmos o nosso território, o nosso mar, os nossos recursos, o nosso país. Substituir isso pela impotência daquele ministro-advogado de Guterres que deixou a Marinha no cais por falta de combustível seria o maior crime e o mais desgraçado resultado deste caso de aldrabões e de vigaristas.