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segunda-feira, outubro 13, 2014

O Salgado de lá


O Público de Domingo dá notícia de mais uma especialidade do regime político vigente na Madeira: a prorrogação antecipada e sem concurso da concessão ao grupo Sousa da ligação marítima Funchal-Porto Santo, apimentada por novos benefícios e regalias para o empresário.

Há dias soube-se que o Ministério Público decidira arquivar o processo relativo às manobras denunciadas a seu tempo pelo Tribunal de Contas de escamoteamento da dívida da Madeira.
Com o Jardim é um bailinho constante e o dano que ele vai deixar aos madeirenses será assunto que há-de manchar todos os dirigentes nacionais que se foram sucedendo no PSD assobiando para o lado enquanto lhe davam umas palmadinhas nas costas.


Às vezes pergunto-me se o papel dele não será o de, pelo seu exemplo, dar aos centralistas da capital um bom pretexto para adiarem a regionalização no espaço continental do país.

segunda-feira, fevereiro 24, 2014

Ò prima, olha que até foi engraçado


É difícil saber o que é mais deprimente : se o estado zombie do PS ou o o descaramento zombeteiro do PSD. Deixemos por agora o PS entregue à sua deriva escuteira e digamos duas palavras sobre aquela reunião sinistra dos Marcos Antónios da nossa praça.

Um tipo ouve um Morais Sarmento dizer que está disponível para cumprir serviço e as entranhas começam a protestar: não foi sua excelência que, depois de se fazer eleger deputado, rapidamente decidiu abandonar o assento e regressar ao seu escritório para representar o espião assalariado da Ongoing?

Um tipo ouve um ex-presidente de Gaia e pergunta-se como é que a bi-polaridade mental conseguiu chegar, ainda que por meses, a patrão da trupe.

Um tipo ouve um eurodeputado de dedo em riste e narinas zangadas avisar a plebe que vai vencer em Maio e pergunta-se em que parte da sua catilinária falou da Europa ou exprimiu uma única ideia que fosse sobre o futuro da UE ou do papel de Portugal na UE.

Um tipo aguenta estoico o discurso de um eterno candidato a Belém, não de dedo em riste mas de dedo a apontar para ele próprio, que fez e que aconteceu, e fica na dúvida se se trata da mesma pessoa que debita piadas ao fim-de-semana na tv.

Enfim, um tipo vai assistindo àquele beija-mão indecoroso das ‘personalidades’ ao chefe, vários filhos pródigos que ali se juntaram, a ver se não são esquecidos nas próximas distribuições de pelouros e sinecuras. E eis, em maré de falsas surpresas, o bombom que faltava, o regresso do sebastianete da 25° hora, o Relvas, o amigo, o companheiro, o eterno, o de sempre.

Foi divertido sim senhor. A quermesse podia ter sido uma chatice. Conseguiu afinal ser um escândalo. Estamos feitos! (para não dizer outros ‘f’s)

quinta-feira, julho 05, 2012

Flutuações quânticas ou o 'nosso' bosão

A primeira vítima do último caso Relvas é a própria Universidade Lusófona. Se eu tivesse ali um filho a estudar tirava-o de lá imediatamente. Esta universidade ficou condenada ao mesmo destino que já tiveram a Moderna e a Independente.

As segundas vítimas do mesmo caso são os desgraçados alunos que ali se licenciaram ou estão a caminho disso. Se eu fosse um empresário, não mais recrutaria ninguém que se me apresentasse com um diploma da Lusófona e se o candidato me dissesse que tinha ali conseguido um mestrado ou um doutoramento eu respondia-lhe com uma sonora gargalhada.

As terceiras vítimas são os próprios professores que ainda lá dão aulas. Neste momento devem estar a olhar-se ao espelho e a pensar se lhes vale a pena continuarem associados a uma fabriqueta de canudos ou se é melhor prescindirem do cheque mensal mas salvarem algum respeito por si próprios.

Quanto ao Relvas, ele de facto já nem sequer é um assunto: é uma partícula residual sem massa e sem campo magnético.

segunda-feira, abril 04, 2011

Ponham foto na candidatura


Aviso às estruturas distritais do PSD : o Kazaquistão, dirigido com punho de ferro, à matraca e a tiro pelo Nazarbayev ( à esquerda, na foto), que acaba de ser “re-eleito” com 95,5% dos votos, procura um cônsul no Porto.