Sabem o que é que quer dizer um banco com
risco sistémico ?
Os bancos cuja eventual falência pônha em
causa a boa perfomance dos bancos alemães ou franceses são bancos que comportam
um risco sistémico; os bancos cuja falência pode ‘chatear’ muita gente mas se isso
não belisca um banco alemão ou francês, então esses bancos não envolvem risco sistémico. É esta a
verdade crua que subjaz à nova semântica bruxelense.
Por outras palavras: quando, por exemplo, o
Banif der o estouro, deixá-lo-ão ir ao charco, mais os seus depositantes, se
com isso nenhum banco alemão ou francês perder penas.
Sabem o que quer dizer, no quadro da imaginada
união bancária, a garantia de um fundo europeu para os depositantes de um banco
em apuros?
Significa que só os depositantes de um banco
com risco sistémico poderão beneficiar desse fundo de garantia. Os outros, passem
bem...
Engraçado, não é?

Os adeptos alemães chamaram durante todo o jogo macaco ao Nani e as Censuras da RTP, SIC, TVI e SPORTV, proibiram a divulgação desse facto indesmentível!!!
ResponderEliminarFalam contra a Censura da Coreia do Norte e eles fazem o mesmo, parece que estamos na Coreia do Norte!
Vencemos a Dinamarca por 3-2.
É interessante o blog.
O excelentíssimo António Borges quer que os salários de fome passem a ser salários de muita fome. Mas ele ganha um salário muito interessante e é mais um «moralista», no dia 11 de Junho de 2012, fartou-se de pregar a sua moral para os outros, mas que não usa para si próprio, na RTP1, depois da 22.30.
O LAZER É ÓPTIMO, O PIOR É QUANDO FALTA O SUBSÍDIO DE FÉRIAS.
Um programa recente da SIC Notícias disse mentiras sobre o caso «Equador», que tem frases inteiras copiadas de «Cette nuit la liberté».
MST é um «moralista» anti-Esquerda.
É sempre bom conhecer melhor um «moralista».
A Censura anda muito activa nos comentários dos blogs. Espero que deixe passar este comentário.
Em www.anticolonial21.blogspot.com está a verdade inconveniente sobre a cópia de partes de «Cette nuit la liberté» por Miguel Sousa Tavares para o livro «Equador».