Foi com entusiasmo que comprei o JN de hoje. Tinha uma entrevista de Rui Rio. Momento de jornalismo e de democracia pluralista, pois sabemos como os dois têm andado de costas voltadas. A entrevista é boa, serena e com sinais positivos para o futuro. O meu destaque vai claramente para esta pergunta/resposta:
A região pode ter uma voz política forte sem regionalização?
O Norte tem mais peso político do que aquilo que se diz nos discursos e no combate partidário. Sempre disse que era fundamental que o presidente da Câmara tivesse prestígio no país e não apenas no Porto para reforçar o peso político da cidade. Contudo, não é só o presidente que cria esse peso político, mas um conjunto de pessoas e de circunstâncias. Já esteve pior do que está hoje.
Gostava que ela fosse sentida por todos. Estou farto de ver velhos do restelo a dizerem mal da cidade, de aves agoirentas à espera de um deslize para criticar sem nunca antes terem construído nada que se visse.
Mas se esse conjunto de pessoas existe, porque existe, tem que saber trabalhar em conjunto e esquecer capelinhas de privilégios efémeros.
É preciso saber também se há vontade política em
ResponderEliminardar oportunidades a todos... há quem procure marginalizar e não dar oportunidades de trabalho a adversários para eles não terem «protagonismo» e depois fazer recaír sobre eles o anátema de «parasita»!
Conheço gente dessa, infelizmente... na Póvoa e em Vila do Conde é o que há mais.
Há gente que, por ser de partido diferente, é marginalizada até nas festas religiosas!!!
Veja-se onde chegou a ânsia de protagonismo!!!