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sexta-feira, fevereiro 19, 2010
quinta-feira, fevereiro 18, 2010
CIMPOR
A destruição da Cimpor entrou na sua fase final. A sua Administração chega ao ponto de recomendar aos accionistas que vendam aos brasileiros da CSN apesar de considerarem que o preço é insuficiente.
É necessário que a Caixa Geral de Depósitos explique muito bem o que é que andou a fazer durante todo este processo e que é que ganhou com o acordo parassocial que fez com a Votorantim. Que administrador pilotou este desastre? Queremos actas.
É necessário perceber o que é que o BCP andou a tramar e que promessas fez de venda da parte que ainda detém no seu Fundo de Pensões.
É necessário que os que falavam em manter o centro de decisão em Portugal, mas que agora perderam o pio, venham contar o que se passou.
É necessário que o Sr. Ricardo Salgado do BES venha explicar o quão amigos são os seus amigos brasileiros que ele tanto elogiava.
É sobretudo necessário deslindar esta rede de Finos, Duartes, Salgados, BCP e CGD, cheios de bocas sobre o interesse do país, mas os reais esfrangalhadores de uma das mais importantes empresas portuguesas, através de financiamentos de ida-e-volta, acordos parassociais e traições de borda-d'água.
Enfim, é necessário acompanhar a venda das fábricas no estrangeiro, perceber quem vai ficar com o quê e então veremos melhor quem são os "patriotas" que receberão prémios por terem funcionado como valetes de interesses estrangeiros.
É necessário que a Caixa Geral de Depósitos explique muito bem o que é que andou a fazer durante todo este processo e que é que ganhou com o acordo parassocial que fez com a Votorantim. Que administrador pilotou este desastre? Queremos actas.
É necessário perceber o que é que o BCP andou a tramar e que promessas fez de venda da parte que ainda detém no seu Fundo de Pensões.
É necessário que os que falavam em manter o centro de decisão em Portugal, mas que agora perderam o pio, venham contar o que se passou.
É necessário que o Sr. Ricardo Salgado do BES venha explicar o quão amigos são os seus amigos brasileiros que ele tanto elogiava.
É sobretudo necessário deslindar esta rede de Finos, Duartes, Salgados, BCP e CGD, cheios de bocas sobre o interesse do país, mas os reais esfrangalhadores de uma das mais importantes empresas portuguesas, através de financiamentos de ida-e-volta, acordos parassociais e traições de borda-d'água.
Enfim, é necessário acompanhar a venda das fábricas no estrangeiro, perceber quem vai ficar com o quê e então veremos melhor quem são os "patriotas" que receberão prémios por terem funcionado como valetes de interesses estrangeiros.
quinta-feira, fevereiro 11, 2010
Olho neles
A saga que se vem desenrolando em torno da Cimpor revela a cada dia aspectos preocupantes.
O desempenho da Caixa Geral de Depósitos neste imbróglio e a aparente ingenuidade com que se deixou entalar pela Votorantin e pela Camargo Correia, permitindo afinal que o controle da empresa tenha passado para mãos brasileiras, merecem ser muito bem escrutinados.
Amanhã termina o prazo para a CSN, a primeira brasileira e a única que até agora apresentou uma OPA formal, esclarecer se aumenta o seu preço de oferta de compra.
Este assunto exige um balanço, nomeadamente sobre o papel que tiveram ou estão a ter a CGD, o BCP e o BES. Desde logo para podermos aprender o que, com métodos idênticos, se trama noutros tabuleiros como sejam a Galp, a PT, a EDP, a TAP e a ANA.
Amanhã termina o prazo para a CSN, a primeira brasileira e a única que até agora apresentou uma OPA formal, esclarecer se aumenta o seu preço de oferta de compra.
Este assunto exige um balanço, nomeadamente sobre o papel que tiveram ou estão a ter a CGD, o BCP e o BES. Desde logo para podermos aprender o que, com métodos idênticos, se trama noutros tabuleiros como sejam a Galp, a PT, a EDP, a TAP e a ANA.
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