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terça-feira, maio 21, 2013
terça-feira, maio 07, 2013
É claro!
“ Como é que se ficou à espera da
bancarrota ? E qual é afinal o papel da Comissão Europeia, com o português
Barroso, nisto tudo?
- Exactamente.
O presidente da Comissão Europeia é, na parte económica, um desastre. Nas
outras, faz o que lhe é pedido, sem pensamento próprio nem competência técnica,
o que me aflige. Na Europa, deviam ser mais inteligentes.”
João Ferreira do Amaral na entrevista da última
Revista Expresso “É claro que vamos sair do euro”
terça-feira, junho 05, 2012
Bonds, not James...
Os (agora) chamados ‘project bonds’ são uma
farsa pobre.
Em primeiro lugar, não têm novidade nenhuma
pois nada impede um dado consórcio de emitir obrigações para financiar a
execução de um projecto. Aliás, já há o BEI e o BERD.Em segundo lugar, reflectem uma vez mais a ideia gasta de que com mais uma auto-estrada ou um comboio que ande a 200 à hora a Europa cresce e o desemprego diminui. Como diria a Ferreira Leite, talvez o desemprego de ucranianos ou moldavos e o que crescerá sem dúvida é a dívida.
Em terceiro lugar, a crise económica,
financeira e bancária que nos assola não se resolve com outro túnel sob a
Mancha ou uma ponte entre Roma e Marselha. O que é necessário é uma política,
não são uns tiros avulsos.
Em quarto lugar, ninguém explica quem e como
se decide que projectos merecem ser assim financiados: a triste experiência
diz-nos que são os centralistas a nível europeu e os seus arautos locais que
têm a exclusiva sabedoria de saber onde importa investir, o que normalmente
ocorre à porta deles.Em quinto lugar, a gente compreende que a indústria francesa ou alemã ou italiana gostaria bem de encontrar uns tolos que lhe escoem os stocks de carruagens ou de candeeiros ou de cimento e que depois lhes fiquem prisioneiros por décadas por razões de manutenção e de peças sobressalentes. ‘Obrigadinho, mas bata na porta ao lado’.
Os proponentes de ‘project bonds’ são os
vendedores reciclados de enciclopédias que têm bonecos e tudo. Quem avisa,
amigo é.
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