quarta-feira, fevereiro 16, 2011

A MISERÁVEL GENTE QUE NOS GOVERNA

Parece que os ministros dos estrangeiros da União Europeia debateram recentemente numa reunião a aprovação de um voto de condenação da violência contra os cristãos. Atitude louvável, diria eu ingenuamente.
A Baronesa Ashton, figura que por motivos ocultos foi promovida a chefe da diplomacia europeia, opôs-se à aprovação tendo defendido que era politicamente incorrecto fazer referência aos cristãos. Admito, em benefício da Senhora Baronesa, que ela não faça ideia nenhuma do que se passa nestas reuniões e que, portanto, estivesse algo confundida. Como não fazer menção aos cristãos num voto que os tinha precisamente por objecto? Os cristãos já nem podem ser mencionados mesmo quando são vítimas de violência? É politicamente incorrecto fazer referência aos cristãos em qualquer circunstância? Pelos vistos, a Baronesa Ashton empenha-se mais em defender as raposas dos que os cristãos, o que diz muito sobre a personagem.
Pode ser que seja uma forma de dar nas vistas, já que ninguém repara nela a não ser quando lhe sobem o decote no Irão ou agora com este lamentável episódio.
Todavia, se formos ver quem apoiou a Baronesa neste voto a coisa ainda fica mais surpreendente: os ministros de Espanha, Portugal, ex-nações fidelíssimas, Irlanda, Chipre e Luxemburgo. Belo ramalhete.
No nosso caso, provavelmente a posição já reflecte o único vector da actual política externa: “vender dívida”.
Por estas e por muitas outras é que não percebo de que é que a oposição está à espera para votar uma moção de censura. Passos Coelho, afinal, julga que este Governo não é a tragédia que toda a gente acha que éou então, o que é pior, considera que não existe uma política alternativa para isto. Se eu fosse a ele demitia-me, pois um líder de oposição que não quer assumir o governo não serve para nada.

3 comentários:

  1. muito bem!
    JGG

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  2. Miguel Corais10:17 da manhã

    Muito bem dito.

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  3. Também de acordo com tudo!

    O que se diz é que isto é o resultado da colocação privada de dívida nalguns países.

    JAC

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