quinta-feira, dezembro 16, 2010

Flexibilização da legislação laboral

Porque será que, cá na terrinha, sempre que este tema é mencionado a discussão se subsume a matérias de despedimento?

3 comentários:

  1. Porque é só nisso que pensa essa classezinha que desde sempre vive à custa do Estado e que exige deste que a poupe a qualquer risco e lhe garanta o lucro e que entre nós é designada pelo colectivo "os empresários".
    Belmiro de Azevedo, por exemplo, que não integra essa classezinha, mandou o filho dizer numa entrevista que a legislação laboral que temos nunca foi impeditiva ou condicionante dos investimentos que fez ou deixou de fazer.

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  2. Anónimo11:59 a.m.

    Mas o Problema no despedimento nunca foi nas empresas que Belmiro de Azevedo gere. O problema poem-se nas empresas pequenas ou micro, que estas sim tem dificuldades. Para além disso nas empresas de Belmiro de Azevedo, a esmagadora maioria dos trabalhadores anda a saltar de uma SA para outra, com contratos a termo. Nada contra o que ele faz, mas o problema é que poucos tem a flexibilidade que ele tem para fazer «despedimentos», ou para andar a contratar a termo durante vários anos. PQ não flexibilidade, com uma indemnização condigna, mas nunca nos moldes actuais, que permita despedir quem não produz ou não está a trabalhar condignamente, ou então quando empresa está em dificuldades.

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  3. ceguinho10:58 p.m.

    ... até concordo com algumas alterações às "benesses"?!.... dos trabalhores em Portugal, desde que se começasse "pelo começo"... ou seja, por um sério e rígido controlo das receitas, acabar com essa "coisa generalizada" da economia paralela, que deforma o rácio da produtividade nacional... que fiscalizassem as falsas baixas dos patrões que aparecem, mais tarde e estatisticamente, como malandrice da empregadagem... a procura por estes de trabalhadores baratos (os que já estão subsidiados do desemprego e se oferecem abaixo dos mínimos e sem descontos), em detrimento dos que nada têm nem, por isso mesmo, conseguem emprego... exigissem uma maior eficiência admnistrativa por parte do Estado e custos mais baixos para os bens essenciais à produção e actividade comercial, tais como a energia eléctrica, a água, os combustíveis, os custos da justiça, os encargos sociais, etc, etc, etc... ah, e não esquecer a redução das escandalosas e ofensivas remunerações e mordomias dos gestores públicos e outros que tais (até os da Banca, Seguros, etc.) que, também estes, acabam por influenciar todo o custo produtivo e, daí, todo o resto.
    Isso sim! É por aí que se deve começar e, não estar, sempre, a "malhar no ceguinho"... logo se entende que é, mesmo e só, para entreter...

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