A saída de Carlos Sousa da camara de Setúbal levanta sem dúvida vários problemas e deveria merecer algumas reflexões.
Vejamos algumas situações:
a) Carlos Sousa acedeu a um pedido do seu partido, sendo substituido por quem o precedia na lista
b) Santana Lopes acedeu a um pedido do seu partido e saíu de Lisboa sendo substituído por quem o precedia
c) Valentim Loureiro e Isaltino Morais não acederam ao seu partido e candidataram-se por conta própria.
Muitas outras poderiamos elencar e que nos levam a uma questão:
Afinal a quem pertence um mandato autárquico ou parlamentar? Quantas vezes já assistimos a partidos politicos a retirarem a confiança politica e os eleitos continuarem agarrados aos lugares?
Deveria haver lugar a eleições quando o "presidente" saí de cena?
E quando as substituições são a meio da lista deveria também haver eleições?
Lá caminhamos nós para o aperfeiçoar constante da democracia. É isso que a dignifica. Desde que assim o queiramos.
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