A grande discussão sobre qual o melhor investimento público continua, em especial o que envolva as grandes construtoras que cada vez mais pressionam para se manter essa politica suicida de tgv's e afins.
Assim aqui fica a minha sugestão:
- prisões
ocupam as construtoras, criam emprego e não aumentam as exportações pois ainda devemos ter por cá cimento e ferro.
E está bom de ver que rapidamente estariam lotadas.
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domingo, outubro 24, 2010
quarta-feira, julho 08, 2009
Pare, escute e olhe
A propósito de TGV, valeu a pena ver o debate de ontem na SIC Notícias sobre investimento público. Apesar se encontrar em inferioridade numérica, o seu grande vencedor foi indiscutivelmente Rui Moreira, ao sublinhar a necessidade de se adquirir uma visão global das obras cuja concretização está em causa, impedindo, por exemplo, que os defensores do TGV afirmem, e não necessariamente por má fé, que a obra é rentável porque existe clientela para ela, desconsiderando que essa clientela é a mesma que será cobiçada pelo reforço das ligações aéreas Porto-Lisboa, e a mesma que eventualmente poderá vir a usar a terceira auto-estrada de cuja construção ultimamente tanto se fala. Não diminuindo a importância do investimento público, chamou à atenção para a necessidade de o estruturar segundo uma visão estratégica definida, e não ao sabor de apetências políticas voláteis e interesses privados vários, tomando em conta o seu valor total, e não meramente parcelar, ou referido a obras singulares, o que, no fundo, mandam as regras do mais elementar bom senso que qualquer um toma – ou deveria tomar – para gerir os seus próprios negócios e os seus próprios assuntos. Neste sentido, foi mesmo curioso ver como valores que não eram significativos em termos de investimento público quando apontados de um dos lados da mesa por Luís Nazaré, referidos a obras com nome próprio, logo se multiplicavam exponencialmente onde eram tomados como parcelas de um valor global que ascendia aos 30 mil milhões de euros, tornando claro o montante astronómico que implica a concretização de todos estes projectos, sendo certo que a conjuntura não é famosa, e que a evolução da crise é imprevisível.
Devo dizer-lhes, e esta sensação em mim não é nova, que quando ouço certas pessoas e políticos a falar, fico sempre com a sensação de que somos mesmo muito, muito, ricos
Devo dizer-lhes, e esta sensação em mim não é nova, que quando ouço certas pessoas e políticos a falar, fico sempre com a sensação de que somos mesmo muito, muito, ricos
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