segunda-feira, janeiro 19, 2015

Quem é afinal o pai do boom turístico no Porto?

Rui Moreira,  o Turismo de Lisboa, o Empresário do Porto?

Está tudo em grande forma aqui!

Uma coisa é certa:
- "Não há rapazes maus ", como ensina o Pai Padre Américo.

Mas já agora, como  aqui , fica o apelo:

-"Deixem trabalhar"!

domingo, janeiro 18, 2015

2º Encontro Nacional de Leigos

“Quando o Homem perde a sua humanidade, o que nos espera? (…) uma política, uma sociologia, uma atitude «do descartável»: descarta-se o que não serve, porque o Homem não está no centro. (…) Portanto, a ideia é salvar o Homem, no sentido que volte para o centro: da sociedade, dos pensamentos, da reflexão. (…) É o rei do Universo! E esta não é teologia, não é filosofia — é a realidade humana. Com isto, vamos em frente.“ 

Papa Francisco, 12 de julho de 2014

"Recolocar o Homem no centro da sociedade, do pensamento e da vida" é o desafio presente no 2º Encontro Nacional de Leigos, aberto à sociedade civil, que terá lugar no dia 24 de janeiro de 2015, na Alfândega do Porto.

Porque acredita que a Pessoa Humana e a sua dignidade única são o fim de toda a procura e de toda a resposta criativa às necessidades e urgências do mundo; porque acredita que esta procura e esta resposta fazem-se com todos os homens e mulheres, a Conferência Nacional de Associações de Apostolado dos Leigos (CNAL) convida todos a participar neste dia de encontro, de reflexão e de festa!


As inscrições ainda estão abertas. Veja aqui




sábado, janeiro 10, 2015

O fim do malfadado jacobinismo?


Por motivos óbvios, tenho reforçado a minha atenção à opinião que se tem publicado estes dias na Europa. É muito interessante ver que, depois da cruzada jacobina iniciada nos idos de 1789, e que a esquerda sua herdeira tem levado a cabo desde então com assinalável sucesso, se começa a falar do regresso imprescindível e urgente à matriz cristã da Europa. Foram anos e anos de luta tenaz e persistente que a esquerda jacobina empreendeu para subverter a familia tradicional, impor o relativismo ético, acabar com a sólida solidariedade cristã, dinamitar os alicerces do estável mundo ocidental que conheciamos.
Joseph Weiler e Roger Scruton andaram quase solitários a pregar no deserto durante anos. Curiosamente, nos últimos dois dias ganharam uma legião de seguidores, confessos ou não.
Não é muito dificil aceitar que uma Europa assumidamente ligada à sua matriz cristã, elemento fundador e agregador, cumprindo a sua vocação de tolerância, abertura, pluralidade e acolhimento, mas com uma identidade própria identificável e reconhecível, estaria muito mais capacitada para se posicionar e fazer respeitar no mundo confuso dos nossos dias.

quarta-feira, janeiro 07, 2015

O CDS mostra “debilidade” com arrastar de decisão sobre coligação? FAC diz que sim, aqui.

O AR tem razão.

É caso para dizer:

- "Se pensa como nós, junte-se a nós"!

Luto

Não consigo deixar de pensar numa conversa que tive há uns tempos com um amigo muçulmano. Chocava-o o facto de eu, católico praticante, ser um fã incondicional dos Monty Python; de ter visto vezes sem conta a Vida de Brian e o Sentido da Vida. Sim, rio-me com boas piadas sobre a Igreja, como me rio quando algum amigo faz uma piada bem apanhada sobre mim. Não respeito menos a Igreja a que pertenço por me rir com uma caricatura que dela é feita. Não me diminuo se me rio quando alguém me amplia satiricamente um ou outro tique que consolidei com os anos.
Há ainda uma outra vertente, a das piadas que não têm piada nenhuma, pelo menos na minha opinião ou no meu gosto. Lembro-me em particular de um preservativo no nariz do Papa e de alguns cartoons sobre os casos de pedofilia na Igreja. Zanguei-me? Nem por sombras! Impor os meus gostos ou convicções, é coisa que não me passa pela cabeça. Defendê-los com garra e em respeito para com outras opiniões, é algo de que não abdico. É assim que se vive em democracia e liberdade, é assim que não podemos deixar de viver.
Por tudo isto, e porque temos de partilhar o espaço que este mundo nos proporciona, a tal conversa não me sai da cabeça.

terça-feira, janeiro 06, 2015

Falta de pudor

Ver diariamente altos dirigentes da atual direção do PS a visitar a grande vítima do nosso sistema judicial é deveras constrangedor. Não se deve julgar ninguém na praça pública, mas o PS é um partido do arco do poder e não pode ficar refém de um arguido detido ou (já agora!) de um ex.presidente (por mais importante que tenha sido para a nossa democracia).
Que acreditem na inocência de um amigo, que o façam à vontade, mas agora ouvir sistematicamente declarações populistas que descredibilizam o Estado de Direito, não!

sexta-feira, janeiro 02, 2015

Preservar a Qualidade dos serviços de Saúde


Constantino Sakellarides, especialista em Saúde Pública, denunciou, no princípio da semana, dois erros crassos do atual ministro da saúde. O primeiro foi impor um limite à abertura de Unidades de Saúde Familiar (USF). O segundo foi o excessivo recurso a empresas de prestação de serviços médicos, uma solução cara e de qualidade duvidosa.

1. As USF são a grande inovação dos Cuidados de Saúde primários dos últimos anos. Elas resultam na descentralização e na autonomia dos prestadores de saúde que se organizam em função dos utentes e (pela primeira e única vez no SNS) com verdadeiros prémios de produtividade para os profissionais. É consensual considerar que as USF têm maior eficácia na prestação de cuidados mas como “produzem” mais, acabam por ser mais caras (no imediato).

2. O recurso às empresas de prestação de serviços médicos e de enfermagem deve ser feita pontualmente para corrigir falhas temporárias nos cuidados de saúde. Sustentar o SNS por meio destes "serviços" como o ministro tentou há cerca de dois anos é um erro gravíssimo porque significa o desmantelamneto do SNS como o conhecemos. É uma solução mais cara no curto e médio prazo e não permite uma adequada diferenciação de profissionais. . No limit, os doentes deixam de ter o seu médico, passam a ter o médico que naquele momento a empresa disponibiliza. Os únicos beneficiários são as referidas empresas que ficam com mais de metade dos honorários (os tais honorários provavelmente atirados para as capas dos jornais por algumas administrações hospitalares ou mesmo, quem sabe, pelo próprio ministério da saúde...)




sábado, dezembro 27, 2014

Filipe Anacoreta Correia à "Sábado".

A oportuna entrevista a Filipe Anacoreta Correia à última "Sábado" merece ser lida também aqui !
 
A governação, a queda das várias “linhas vermelhas”, o episódio do “irrevogável”, o injusto e desacertado desprezo por quem tem internamente opiniões diferentes,a saída e a sucessão de Paulo Portas.
 
Como diz Maria Henrique Espada: "O CDS é quase só portismo. O “quase” só existe por causa de Filipe Anacoreta Correia e do Movimento Alternativa e Responsabilidade.
 
 
FAC "critica, sem papas na língua o “tacticismo”, o falhanço na reforma do Estado e até as criticas ao parceiro de coligação".
 
O talento, coerência, persistência e a coragem de FAC têm merecido, paulatinamente, reconhecimento e destaque. É justo!




Mas há cada mais gente a pensar como nós.
 
Por um CDS e um Portugal melhor, um bom ano de 2015!

sábado, dezembro 20, 2014

Submarinos II ou a Sabedoria das Multidões

Em 1906, numa feira em Plymouth, 800 pessoas participaram num concurso para adivinhar o peso de um touro. Verificou-se então que a média (ou a mediana) divergia apenas 1% do peso exacto do animal.
Este é um exemplo clássico da sabedoria das multidões. 
O tema, para quem tenha interesse, é tratado no livro Wisdom of Crowd, um best seller da gestão, e que desenvolve a teoria de que o conjunto dos julgamentos individuais de uma determinada multidão tem um elevado grau de probabilidade de conduzir a um resultado tão certeiro como o julgamento de um especialista. Isto aplica-se a várias áreas, da gestão à política. Parece que já Aristóteles  falava da Sabedoria das Multidões.
É difícil gerir um país apenas com a aplicação deste método. Mas também parece que é impossível fugir àquilo que são os grandes anseios das populações. E, especulando com pouco risco, não é difícil adivinhar que aquilo por que muita gente espera é por uma alternativa ao actual sistema. Nos dias de hoje está especialmente em causa o sistema político, os políticos que o sistema gera, e os processos de decisão que são seguidos. Espera-se, na sequência, um novo tipo de protagonistas e uma nova maneira de encarar a vida política. O que existiu até agora é uma desilusão, e a forma como é encarada a carreira política teve resultados tenebrosos. Não há nenhum sentimentos de gratidão para com os políticos, precisamente porque se tem a ideia que não existe nenhum espírito de serviço ou de missão.
A questão é a de saber quem pode liderar esta transformação. O ideal seria o colapso do actual sistema partidário, com uma reconstituição de um novo modelo, democrático e partidário. Mas isso parece impossível, infelizmente.
Resta imaginar quem, dentro de cada partido, pode assumir este desafio. 
Sigo com particular atenção o CDS. Portas é (sabedoria das multidões) um líder inteligente e sagaz, e que tem uma invulgar capacidade de comunicação. É também (sabedoria das multidões) um líder com um conjunto de seguidores, ligados mais ao carisma que à missão. É ainda (sabedoria das multidões) um político pouco confiável, envolvido desde há muitos anos em problemas judiciais. Apesar de nunca se ter provado nada, não existe (sabedoria das multidões) a certeza da sua inocência. Há até (sabedoria das multidões) a impressão que alguma coisa houve.
Naturalmente que não se pode dizer que é impossível que Portas tenha a sua estrada de Damasco. Mas  ninguém acreditará que um dos agentes do actual sistema se transforme, de repente, num impulsionador de uma mudança. Mudança de estilo, de maneira de ser, de processos.
A saída de Portas e do portismo deve estar para breve. E não faltarão, nessa altura, comentadores a referir que se tratará de mais uma consequência do fim do BES. Resta saber o que irão pensar as multidões. 

quinta-feira, dezembro 18, 2014

Há mesmo cada vez mais gente a pensar como nós!


 
Terça feira, dia 16 do corrente, teve lugar uma Assembleia Distrital do CDS de Lisboa. Procedeu-se também à eleição de 13 Conselheiros Nacionais do Partido.
 
O Movimento Alternativa e Responsabilidade apresentou uma lista autónoma e elegeu 4 dos 13 delegados. Os eleitos do AR aqui !
 
Há mesmo cada vez mais gente a pensar como nós!

 
 
Contamos com o CDS e o CDS conta connosco!!!

Os submarinos


Não consigo deixar de pensar nisto. O processo dos submarinos foi agora arquivado pela Justiça.
Na Justiça, como na Comissão Parlamentar de Inquérito, Portas não foi arguido, Portas não foi acusado, Portas não foi pronunciado e muito menos condenado. Foi apenas e só testemunha diligente e cooperante, nada mais. 
Já há uns anos os funcionários e o tesoureiro do CDS tinham sido rigorosamente absolvidos, é pertinente lembrá-lo agora.
Perderam os que insinuaram e vilmente difamaram. 
Fosse Portas da qualidade dos que o perseguem, e quem estaria a braços com a Justiça, seria Ana Gomes, Soares e o resto do gang. 
E de pouco lhes valeria declararem-se inimputáveis.
Imagino que, tal como o Tridente e o Arpão, submergirão porque é lá no fundo que repousa o lixo onde tanto gostam de chafurdar.

terça-feira, dezembro 16, 2014

O descalabro do rublo

Banco Central Russo aumenta taxa de juro perante o descalabro do Rublo. Alguns  analistas defendem que estamos a caminho de uma crise cambial mundial. Será?


O gráfico mostra a desvalorização do Rublo perante o Dólar.

sábado, dezembro 13, 2014

Efeito Draghi não foi igual para todos


Este gráfico, retirado d'O Insurgente, compara a Yeld das obrigações a 10 anos de Portugal e Grécia.
Reduzir a descida das taxas de juro apenas 
ao efeito das palavras de Draghi, como alguns fazem, é ridículo.

domingo, dezembro 07, 2014

O circuito da Boavista, uma marca da cidade

Tinha pensado em escrever hoje sobre o circuito da Boavista mas a carta aberta do Nuno Nogueira Santos no facebook "Salvar o Circuito da Boavista" fez-me redobrar “as vontades” de o fazer.



Faço desde já uma nota prévia: fiz a assessoria mediática do circuito da Boavista no ano passado o que muito me honrou. Vivi por dentro uma organização intensa e dedicada. Percebi como uma cidade inteira se animava e se envolvia. Duas ou três pessoas mais revoltadas e que ano após ano aproveitavam para aparecer nos jornais. Nada de mais. Possuo informação sobre os valores do retorno mediático que tanto se fala, mas como isso acontece fruto da relação cliente-fornecedor não o vou revelar. E sim sou um amante da manutenção do circuito.

Voltemos então ao circuito da Boavista na ótica de portuense mas também na de quem olha o dia-a-dia pelo prisma da comunicação. Vou fazê-lo por pontos para ser mais fácil a exposição.


Os custos e as receitas deste circuito

Desde a primeira hora que assumi a defesa do circuito, mesmo que ele acarretasse custos para a autarquia. Não vale a pena tentar enganarmo-nos. Há eventos que se devem realizar mesmo que representem um custo. São investimento. E o circuito da Boavista encaixa perfeitamente nesse perfil. Era importante do ponto de vista de projeção da cidade no exterior, do assumir de uma marca, de fomentar o turismo e a dinamização do comércio local. E hoje ainda faz parte de toda uma imagem que foi sendo construída ao longo dos últimos anos. Ou o Porto virou destino turístico apenas porque as pessoas acordaram todas injetadas por uma mosca?

Para a imagem positiva do porto contribuíram os “popós” do Rio, mas também os aviões da red-bull, como contribuíram as obras no aeroporto ou a construção da casa da música ou a Porto 2001 do Fernando Gomes. É feita de um somatório de eventos, de ícones arquitetónicos, de gastronomia, de cultura, de transmissão de afetos e de despertares de paixões. O porto hoje é um somatório de públicos. Com pés mais descalços ou mais bem calçados.

Todos sabemos que existem custos e receitas no circuito da Boavista. E em ambas as rubricas encontramos itens mais ou menos mensuráveis. Se nos concentramos nos mensuráveis diria que o circuito apresenta custos de organização na casa dos 500 mil euros em compras a fornecedores (valores que me foram indicados e não sendo eu sabedor por via da relação cliente-fornecedor) mais todos os que acabam por ser responsabilidade da autarquia pelo envolvimento dos recursos humanos e físicos da mesma que rondariam os 600 mil euros. O WTCC representa um custo de 700 mil euros, transmissão inclusive. Teríamos assim custos globais de 1 milhão e 800 mil euros. Arrendondemos para cima e ficamos nos 2 milhões.

Ao nível de receitas o circuito gerou cerca de 600 mil euros por via de patrocínios e bilheteira. Mais os 700 mil euros que o turismo dava e que pagava diretamente ao WTCC. Sublinhe-se que o Turismo de Portugal dava e dá outras verbas à cidade e que não se esgotam nestes 700 mil euros. 

Assim teríamos um défice dos 600/700 mil euros valores que em parte são assumidos “internamente” pela autarquia, sendo que muitos destes trabalhos acabam por ser benefícios na via pública, custo de horas de trabalhadores que terão que ser sempre pagos e de imobilizado que agora ficará arrumado num armazém da câmara sem utilização. Ao menos que os cedam a Vila Real.

Se fossemos agora olhar para os custos e receitas não mensuráveis diria que estas são bem maiores do que os custos. Existem transtornos para os moradores? Sim existem. Mas não existem outros tantos com o Primavera Sound? Ou com a queima das fitas? Ou com as maratonas? Ou com o S. João. Sim existem. Não há belas sem senão.

E do lado das receitas não mensuráveis? A tal mediatização além-fronteiras com a transmissão da eurosport? Imagens fantásticas que passaram no mundo inteiro. E repetições em muitos e muitos outros canais. Era só ver a lista de credenciais passadas a jornalistas estrangeiros. Apenas interessa olhar para elas quando nos convém ou vamos descobrir que existem as “boas e as más”?

E as receitas indiretas? Quantos estrangeiros aqui chegavam para ver as corridas? Mais ou menos do que traz o Primavera Sound? Admitamos que menos. Mas com mais ou menor poder de compra? Aqui claramente com mais, pois basta olhar para o cartaz do Primavera Sound e visitar o recinto para perceber que são muitos os que aqui chegam mas pouco o que aqui vão deixar. Ou mesmo muito pouco. Mas o circuito é importante como importante é o Primavera Sound ou o S. João. Uma vez mais o somatório de públicos é que farão do Porto uma cidade a visitar. Uma cidade cosmopolita. Quantos mais chegarem melhor. A economia e a iniciativa privada encarregar-se-á de dar resposta e criar mais camas. Ou alguém acha que é ao contrário?


 Mas e o circuito sem WTCC?
A outra grande questão é porque não manter o circuito da Boavista mesmo sem a realização do WTCC? Se não há dinheiro do turismo não há WTCC. Certo e ninguém discutia o assunto.
Mas o 1º fim de semana e parte do 2º podiam perfeitamente ser realizados. Ou não?
Eu sou defensor da prova em dois fins de semana de forma a maximizar o investimento feito. E atenção que a presença do WTCC implica um caderno de encargos mais exigente e que a sua não realização poderia assim permitir algumas poupanças.
Voltemos então aos custos e às receitas. Admitamos por bom que haja um ligeiro baixar de custos, mesmo que insignificante pois o grosso tem que se manter. Eu arriscaria a dizer que as receitas pouco baixariam pois os patrocínios eram todos de marcas portuguesas e poucas com “vocação de internacionalização” e como tal não era a Eurosport que lhe interessava, e a bilheteira não acredito que tenha tido um peso muito grande, pois infelizmente os portugueses estão sempre à espera de uma borla. E assim iria acontecer no futuro.
Como ficaria agora o deve e o haver? Bem mais equilibrado.


Como consegue Vila Real suportar estes custos

Tal como Nuno Nogueira Santos também eu me questionei sobre a capacidade financeira da câmara de Vila Real para suportar o WTCC. Terá conseguido reduzir os custos? Conseguiu reunir apoios privados? Resolveu apostar na dinamização da cidade através de uma aposta de alto risco? Envolveu concelhos vizinhos?
Pelas notícias que têm vindo a público o WTCC tem colocado algumas condições contratuais e de logística, nomeadamente ao nível do número de camas disponíveis para o “circo” que o compõem. 500 camas é o que se fala. Vila Real não tem. Terá que ser num raio alargado de cidades. O Porto será seguramente uma delas a beneficiar. Como toda a região duriense.
Será que o circuito da Boavista não representava também um ganho para Matosinhos e Vila Nova de Gaia? Se houve conversas não sabemos. Se ninguém se tinha lembrado aqui fica a dica, que mais vale tarde do que nunca.


Conclusão

Como referi sou um defensor do circuito da Boavista. Tenho muito pena que ele tenha  sido interrompido. Sim, interrompido, porque nada na vida é definitivo para além da morte.

A decisão tomada foi política/financeira e a autarquia está no seu perfeito direito de a tomar. Se considerou que não era estratégico para a cidade apenas podemos discordar mas nunca questionar a sua legitimidade. Mas a autarquia deve assumi-lo com frontalidade e não arranjar como bode expiatório os 700 mil euros que o turismo e o governo central deixaram de dar. Pois a verba que o turismo disponibiliza até aumentou mas, em acordo com a autarquia, foi redirecionada para outros apoios diretos e o melhor exemplo disso mesmo é a subvenção à base da Easy Jet.

Pode voltar a haver vontade política de fazer renascer o Circuito da Boavista e voltarmos a ter os carros a roncar na Av. da Boavista.


Perceber que se errou e emendar é sinal de inteligência e grandeza humana. E eu considero o atual presidente um homem inteligente. Tenhamos por isso esperança.