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sábado, fevereiro 21, 2015

À espera dos bárbaros (3)


Fazendo fé no que conta o jornal ‘Expresso’ de hoje, a ministra Albuquerque “… espera que a maioria dos países não aceite facilidades em excesso para Atenas”.

Desconfio que a Madame Maria Luís tem saudades do tempo em que terá sido chefe de turma no colégio do bairro e do prazer que então lhe dava indicar os faltosos. O síndroma do capataz é coisa conhecida desde há muito tempo e essa “promoção social” leva o próprio a ser mais papista que o papa e muitas vezes a fazer figuras tristes como aquela de ir a casa do mestre para lhe servir de exemplo e assim receber um santinho de S. Firmino assinado pelo cura.

Cada um tem as suas idiossincrasias e gere como pode os seus traumas psicológicos mas se isso se repercute na vida de um povo e de um Estado, então a coisa fia mais fino.

 Se as “facilidades” que venham a ser concedidas à Grécia viessem a ser extensivas a Portugal, isso seria bom para nós ou não? É que chega-se a um ponto em que é muito difícil perceber a racionalidade, se é que há alguma, nestas posturas de Torquemada de aldeia.