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quinta-feira, abril 15, 2010

Litoral de Ovar





A primeira fotografia é da praia do Furadouro em 1920. Do lado direito da fotografia está uma capela que foi deitada abaixo e reconstruída mais perto da costa para evitar a destruição pelo mar. Anos depois, essa capela foi de novo ameaçada, e deslocada então para a saída do Furadouro em direcção a Ovar. A segunda fotografia foi tirada nos anos quarenta. Ainda havia dunas no areal e o mar estava bem longe. Hoje a subida das águas já obrigou a retirar os miradouros da praia e o Atlântico já chegou perto dos muros da avenida em tempo de marés vivas. Diz quem sabe, e vai frequentemente até lá, que na praia da Maceda, ali perto, as árvores vão tombando sobre a areia por falta de sustentação à medida que o mar avança, dando origem a um cenário verdadeiramente apocalíptico. A autarquia de Ovar pediu agora uma reunião de trabalho com a Ministra do Ambiente para resolver os problemas do avanço do mar nestas praias bem como outras questões relativas à erosão no litoral daquela zona. Infelizmente, não parece que o problema do desaparecimento dos nossos areais se coloque só ali. E fala-se bem pouco disso.

sábado, agosto 22, 2009

Maria Luísa

Dizem que a arriba se encontrava em risco iminente e que não podia estar assim, que no dia anterior tinha havido um abalo sísmico, que as pessoas desrespeitaram o sinal a avisar do perigo de desabamento de terras, e o acidente pode ter ocorrido por todas essas razões e porventura por mais algumas. Mas todos sabemos, que já andámos pela costa alentejana e algarvia, que se passa frequentemente de uma praia a outra entre grutas cavadas nas rochas com avisos pendurados a dizer que há risco em ir por ali, e que se está na praia a ler calmamente o jornal ao lado de falésias a pique que nunca se saberá, nem se poderá saber, se estão ou não em risco de desabar no instante seguinte, quando alguém se encostar à pedra, quando uma onda bater mais de força, ou simplesmente quando Deus quiser. Perante as imagens do desastre de ontem ficamos mudos, chocados com a forma como o Destino bateu sem aviso à porta daquelas pessoas, quando segundos antes alguém lá terá passado e nada aconteceu….
Os meus filhos estavam naquele momento na praia Maria Luísa.

terça-feira, junho 19, 2007

quero acreditar

Já tinha ouvido falar que as praias do Porto estavam frequentáveis. E que iam mesmo a caminho de ter bandeiras azuis. Quero acreditar que isso é possível e como tal desejo as maiores felicidades a quem tiver essa tarefa. Fui então ao site da C.M.Porto, que diga-se já não frequentava há muito tempo, e lá tem um espaço dedicado às praias. É ver aqui a de gondarém e todos desejamos dar um mergulho. Fica a promessa de lá ir dar um.