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sexta-feira, março 22, 2013

Não nos representam


Dia sim, dia não, aparece uma notícia a dar conta da submissão do Estado português aos generais angolanos. Leio no Jornal i que o Sr. Amado foi a Luanda discursar num Instituto dirigido por um desses generais, um tal João de Matos.
Para o ex-ministro do governo do “engenheiro” Sócrates e actual presidente do Conselho de Administração do Banif, um dos tais bancos que está falido mas que o contribuinte está a financiar, há que relativizar os eventuais “incidentes” nas relações entre Portugal e Angola.

É extraordinário que responsáveis e ex-responsáveis políticos portugueses se vendam desta maneira abjecta ao regime corrupto, decadente e anti-democrático de Luanda. Nesta matéria, Mário Soares, Cavaco, Portas, Amado e Jerónimo afinam pelo mesmo diapasão: os diamantes e o petróleo angolano limpam todos os crimes dos generais e generalíssimos da família Santos. Um dia o povo português há-de vir a saber toda a indignidade e toda a história que se passa por debaixo destas mesas, mas entretanto é bom irmos fixando as caras dos que a elas se sentam.

terça-feira, fevereiro 26, 2013

Desenvolvimento "custe o que custar"


O regime apaparicado pelo nosso ministro dos Negócios Estrangeiros continua na senda do desenvolvimento. Mas é um desenvolvimento do estilo “custe o que custar”, que é como quem diz a chuto, a pontapé ou coisa pior. ALI

quinta-feira, fevereiro 07, 2013

Portas trancadas


Há pessoas que gostam muito de falar em princípios e valores e que se dizem defensores das liberdades e da democracia, e contudo, quando vão a Angola, são capazes das mais desavergonhadas afirmações e da bajulação mais abjecta da família de Eduardo dos Santos.

 Já há dois ex-ministros dos negócios estrangeiros portugueses a presidirem bancos sediados em Portugal nos quais a família Santos adquiriu posições de controlo. Parece que o actual titular da pasta tenta pôr-se a jeito caso mais tarde a família Santos precise de outro “ex” para dar um ar de compostura aos seus interesses.

Sinto vergonha quando um responsável político português vai a Luanda afirmar que “O Presidente angolano é um dos grandes líderes africanos”. Sinto vergonha quando um ministro que se diz democrata-cristão afirma que “A eleição de José Eduardo dos Santos para Presidente da República, em Agosto passado, foi um passo importante na estabilização, no desenvolvimento e no progresso de Angola”.  Não! E nem havia necessidade.

É indecente. É miserável. Os que assim trancam a porta à esperança hão-de acabar entalados nela.


 

terça-feira, dezembro 18, 2012

Quando o Optimus é péssimo


Ainda não percebi bem essa história da fusão da Zon com a Sonaecom, aparecendo de permeio essa figura omnipresente da D. Isabel dos Santos. Desconfio que vou mudar brevemente de operador de telemóvel; sim, porque apesar das ovelhas e dos cajados, dos Reininhos e das Carminhos, do chouriço e dos queijos amanteigados, a Optimus não me toma por lorpa: se escolhe como patroa a branqueadora da corrupção angolana, há-de perder os clientes que ainda tentam ser decentes. E se não gosto, mudo de aldeia, pois claro.