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quarta-feira, abril 01, 2009
O oxigénio do governo
No meio de uma crise sem precedentes o governo procura injectar oxigénio nas empresas. Agora são os fundos para formação profissional. Ao principio era só o sector automóvel, agora são todos os sectores. Basta que as empresas não tenham dividas ao fisco e à segurança social e se comprometam a manter os trabalhadores. Numa primeira leitura parece bem. Permite manter empregos e não originar mais crises sociais. Mas uma vez mais fica a sensação que o governo vai distribuindo balões de oxigénio. Serão estas empresas saudáveis? No passado, agora e no futuro? Ou no futuro podem vir a morrer pois o dito balão de oxigénio, que as impede de se adaptarem ás realidades e eventualmente não reduzirem pessoal, as sufoca? é que uma vez mais se coloca o problema Qimonda. Que adianta salvar uma empresa que normalmente não sobreviveria? Que apenas tinha um cliente e um fornecedor? Que não tinha mercado? A febre de empurrar com a barriga pode trazer problemas no futuro. No nosso futuro. Já ninguém acredita que este governo tenha condições para gerir o que quer que seja. Está ferido de morte e vai arrastar-se, arrastando-nos a todos. Os sintomas são tantos e tão graves. Pode ser que a vaia que Sócrates sofreu na Ópera seja um sinal de mudança. Pode ser que o oxigénio do governo se esteja mesmo a acabar.
E agora?
O Público dá conta da explicação que os magistrados do processo Freeport deram ao PGR sobre as pressões sofridas para arquivarem o processo. Segundo parece partiram de Lopes da Mota, ex-secretário de estado de Guterres e actualmente a liderar o Eurojust. Mas como faz notar Nuno Gouveia no Cachimbo de Magritte este ilustre procurador já anteriormente aparecia relacionado com o caso Fátima Felgueiras. Será que agora se começa a deslindar este mistério? E onde terminará?
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