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terça-feira, junho 09, 2009
Ainda sobre a abstenção
Este texto do Manuel António Pina, no Jornal de Notícias de hoje, merece visita.
domingo, junho 07, 2009
A abstenção europeia
Áustria 58%
Eslováquia 81%
Eslovénia 73%
França 60%
Dinamarca 38%
Malta 21% ( o voto é obrigatòrio)
Chipre 40%
Holanda 63%
Portugal 64%
Alemanha 58%
Grécia 40%
Republica Checa 75%
Eslovénia 76%
Bulgária 63%
Finlândia 60%
Roménia 73%
Espanha 55%
Polònia 72%
Bélgica 9% (o voto é obrigatòrio)
Itália 57%
Reino Unido 65%
Irlanda 45%
Suécia 65%
Hungria 64%
Estónia 57%
Luxemburgo 9% (o voto é obrigatòrio)
Lituânia 80%
Letónia 47%
Abstenção global: 57%
Eslováquia 81%
Eslovénia 73%
França 60%
Dinamarca 38%
Malta 21% ( o voto é obrigatòrio)
Chipre 40%
Holanda 63%
Portugal 64%
Alemanha 58%
Grécia 40%
Republica Checa 75%
Eslovénia 76%
Bulgária 63%
Finlândia 60%
Roménia 73%
Espanha 55%
Polònia 72%
Bélgica 9% (o voto é obrigatòrio)
Itália 57%
Reino Unido 65%
Irlanda 45%
Suécia 65%
Hungria 64%
Estónia 57%
Luxemburgo 9% (o voto é obrigatòrio)
Lituânia 80%
Letónia 47%
Abstenção global: 57%
quinta-feira, maio 28, 2009
O que nos espera

Este quadro, retirado deste site de previsões, fornece-nos dados sobre a participação do eleitorado europeu, desde 1979, nas eleições para o Parlamento de Estrasburgo.
Uma constatação: as estimativas do Eurobarómetro foram sempre bastante mais optimistas do que a realidade que se veio a apurar. E para este ano prevê uma participação de 39%.
Uma constatação: as estimativas do Eurobarómetro foram sempre bastante mais optimistas do que a realidade que se veio a apurar. E para este ano prevê uma participação de 39%.
segunda-feira, maio 25, 2009
Campanha - dia 1

O eleitor português não parece muito entusiasmado com a campanha eleitoral.
A tese de que estas eleições europeias são uma primeira volta das legislativas tem os seus riscos. E os seus custos: desde logo, a pretexto do voto útil, o de mandarmos para o Parlamento Europeu um lote de pessoas com as quais não concordamos em questões essenciais de política europeia, mas que ali vão ficar 5 anos a aplicarem essas políticas. Ora isso pode de ser um sapo bem viscoso e causar uma forte azia daqui a uns tempos.
Um dos riscos daquela tese será talvez o de provocar o efeito contrário, ou seja, o de levar o eleitor a esperar para ver, convencido de que terá afinal a palavra decisiva em Outubro na tal “segunda volta”.
Entretanto, se calhar por causa disso, quase ninguém discute nada de verdadeiramente interessante sobre a construção europeia, com excepção de umas abstractas referências à “eficácia” (não demonstrada) que o novo tratado é suposto trazer ao processo de afirmação da União e de uma declaração de fé na excelência (que tampouco demonstram) do presidente da Comissão. No essencial, generalidades e nevoeiro.
Depois não se queixem se o eleitor lhes virar as costas e os deixar a falar sózinhos.
A tese de que estas eleições europeias são uma primeira volta das legislativas tem os seus riscos. E os seus custos: desde logo, a pretexto do voto útil, o de mandarmos para o Parlamento Europeu um lote de pessoas com as quais não concordamos em questões essenciais de política europeia, mas que ali vão ficar 5 anos a aplicarem essas políticas. Ora isso pode de ser um sapo bem viscoso e causar uma forte azia daqui a uns tempos.
Um dos riscos daquela tese será talvez o de provocar o efeito contrário, ou seja, o de levar o eleitor a esperar para ver, convencido de que terá afinal a palavra decisiva em Outubro na tal “segunda volta”.
Entretanto, se calhar por causa disso, quase ninguém discute nada de verdadeiramente interessante sobre a construção europeia, com excepção de umas abstractas referências à “eficácia” (não demonstrada) que o novo tratado é suposto trazer ao processo de afirmação da União e de uma declaração de fé na excelência (que tampouco demonstram) do presidente da Comissão. No essencial, generalidades e nevoeiro.
Depois não se queixem se o eleitor lhes virar as costas e os deixar a falar sózinhos.
(òleo de Wayne Thiebaud , 1964)
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