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sexta-feira, janeiro 23, 2015

TAKITALITALÁ

Ele passa os dias a saltitar prakipralipralá.
Ele sempre takitalitalá, excepto onde devia estar.
Usa a CML como trampolim para tarkitarlitarlá.
Usa a CML para aparecer porkiporliporlá.
Usa a CML para lhe pagar o salário de saltitão.
Palavras para quê?
Ele é António! Ele é de Lisboa!
Ele é um verdadeiro artista tuga!

terça-feira, novembro 11, 2014

Os vampiros


Há no pacote de taxas Costa o mais sério aviso a quem candidamente admitiu a possibilidade de o ver um dia como Primeiro-Ministro. 
Como ponto prévio, apresentou o orçamento municipal escandalosamente fora de prazo e subiu impostos desnecessária e estupidamente. Incompetência e más decisões.
Quem viu com olhos de ver a sua traição a Seguro, a tropa de que se fez acompanhar no assalto ao PS e o despudor com que permite que os seus amanuenses enalteçam Sócrates e o seu glorioso passado, não estará propriamente surpreso. 
Podia racionalizar o funcionamento da Câmara de Lisboa, apinhada de amigos, compadres e camaradas. 
Podia acabar com os subsídios fora da lei, como o que deu sem vergonha à fundação do amigo Mário Soares. 
Podia, gerindo bem, começar a tapar os inúmeros buracos de todas as ruas da capital e resolver os problemas crónicos do lixo em Lisboa. Quanto às cheias, já decretou que não há solução...
Enfim, Costa confirma mais uma de entre as piores suspeitas no que toca  ao socialismo luso: Está a crescer? Taxa-se! Quando estiver finalmente a dar prejuízo, subsidia-se!
Os ricos de que Costa gosta, são os que de algum modo vivem na dependência do estado, seja pela empreitada, o fundo ou o subsidio. São cúmplices do amo e vampiros do povo contribuinte.
Quanto à criação de riqueza na economia real, daquela que ajuda o país a andar para a frente, que cria empregos sustentáveis; como deve menos ao Estado e a quem nele manda em cada momento, há que taxar, dissuadir, tolher!
Um dos males desta aristocracia jacobina que se imagina dona do país por direito natural é, como mais uma vez se comprova, uma infinita falta de pudor.
Que sirva ao menos para abrir os olhos ao povo.

quarta-feira, outubro 01, 2014

Il Gattopardo




Estas primeiras 48 horas do novo Partido Socialista mostram-nos que nunca esteve tão velho como hoje. A velha aristocracia do Rato deu um chega para lá aos arrivistas da província, e Lisboa mostrou quem manda e porque manda. O friso dos pais do PS, tão bem captado num retrato que circula por aí, confunde-se com o epíteto da moda, eles parecem ser mesmo os donos daquilo tudo, e incomodam-se supinamente com o povo tresmalhado quando não são os donos disto tudo. 
Costa, alegre e saltitante, propõe-se federar as diferentes clientelas, a arranjar um lugar à mesa para as diferentes famílias. Já terá começado lá dentro, para reunir forças para o fazer cá fora; às nossas custas. É o ardiloso Príncipe de Falconeri, convenceu a aristocracia e a clientela do Rato que era preciso mudar tudo para que tudo pudesse continuar na mesma. E assim se fez.