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Sexta-feira, Maio 06, 2011
Troikas e baldroikas
Desta feita o Norte não se deixou intimidar pela capital. Não encomendou nenhuma, mas criou a sua própria troika (FCP, SCB e VdG).
Que animarão, ora a final de Dublin, ora a do Jamor.
Desculpem-me este pequeno orgulho...
Que animarão, ora a final de Dublin, ora a do Jamor.
Desculpem-me este pequeno orgulho...
Palavras chave:
frf
Quinta-feira, Maio 05, 2011
Ulrich sem papas na língua
Fernando Ulrich é sem sombra de dúvidas uma voz desassombrada e que diz o que tem a dizer. Sem medo. As suas declarações de hoje são no mínimo bombásticas. Aqui fica um excerto:
O acordo alcançado entre o governo e a "troika" é o melhor que podia ter acontecido em Portugal, considerou o presidente do BPI, que falava numa conferência na Universidade Católica, no Porto.
«É um excelente programa. Obviamente que se entrasse agora na análise medida a medida há umas de que gosto mais e outras de que gosto menos. No conjunto penso que é um bom programa adequado às necessidades do país», comentou.
Para o presidente do BPI, as políticas públicas foram o maior falhanço dos últimos anos e há muito que o pais precisava de mudar o caminho, prova disso é o conteúdo do acordo.
«Se compararmos estes documentos da "troika" com aquilo que o PS fez, não só para chegar ao poder como desde que está no poder, não há contradição maior, mas se eles estão contentes em vir também fazer o programa que o país precisa, que por acaso é mais do partidos da oposição, óptimo», acrescentou.
E se ainda houver gente que acha que o PS de Sócrates é uma viabilidade recomendo a mesma universidade que Ulrich sugeriu para se perceber como aqui se chegou: a de psicologia.
O acordo alcançado entre o governo e a "troika" é o melhor que podia ter acontecido em Portugal, considerou o presidente do BPI, que falava numa conferência na Universidade Católica, no Porto.
«É um excelente programa. Obviamente que se entrasse agora na análise medida a medida há umas de que gosto mais e outras de que gosto menos. No conjunto penso que é um bom programa adequado às necessidades do país», comentou.
Para o presidente do BPI, as políticas públicas foram o maior falhanço dos últimos anos e há muito que o pais precisava de mudar o caminho, prova disso é o conteúdo do acordo.
«Se compararmos estes documentos da "troika" com aquilo que o PS fez, não só para chegar ao poder como desde que está no poder, não há contradição maior, mas se eles estão contentes em vir também fazer o programa que o país precisa, que por acaso é mais do partidos da oposição, óptimo», acrescentou.
E se ainda houver gente que acha que o PS de Sócrates é uma viabilidade recomendo a mesma universidade que Ulrich sugeriu para se perceber como aqui se chegou: a de psicologia.
Palavras chave:
cf,
troika e o ps de socrates,
ulrich
Quarta-feira, Maio 04, 2011
É UM SER HUMANO, QUE DIABO
Não tenho nenhuma admiração por Teixeira dos Santos e acho que foi cúmplice de Sócrates no desastre mas faz-me pena ver um homem destroçado desta maneira.
A situação
Pois o chefe de família chegou à mesa e disse:
-" Malta vai tudo correr bem, apesar da crise vamos continuar a ter bebida à mesa. Àgua, fresquinha!
O pior é que alguém vai ter que dizer que não vai haver comida. Quem se oferece?
Terça-feira, Maio 03, 2011
A máquina da propaganda socialista
Custa-me mas tenho que reconhecer que a máquina de propaganda socialista é boa e aos poucos vai rasteirando os laranjas que teimam em tentar perder estas eleições. (se não o fazem de propósito parece)
Quando da não aprovação do PEC IV o governo disse que vinha aí o carmo e a trindade. Que os partidos da oposição eram irresponsáveis e que agora o caos era eminente.
Depois tivemos o desaparecimento em parte incerta do ministro das finanças que forçou, ou pelo menos antecipou, o anúncio do pedido de ajuda com a sua entrevista ao jornal de negócios.
Quando da não aprovação do PEC IV o governo disse que vinha aí o carmo e a trindade. Que os partidos da oposição eram irresponsáveis e que agora o caos era eminente.
Depois tivemos o desaparecimento em parte incerta do ministro das finanças que forçou, ou pelo menos antecipou, o anúncio do pedido de ajuda com a sua entrevista ao jornal de negócios.
Estou de volta
Prontos, tá feito. A peça avariada lá me foi tirada e eu, já recuperado da tiração, cá vou retomando a normalidade.
No final, o tirador tinha cara de satisfação com a tiragem feita. Pelo menos assim me pareceu. Ou assim quis que me parecesse…
À saída fiquei algum tempo a contemplar o edifício e a tentar perceber qual das suas janelas albergaria agora a minha peça avariada (foi para análise, disseram).
A janela até poderia ser nas traseiras. Inclinei-me, pois, tão respeitosamente quanto os agrafos me permitiram, perante a fachada central daquele edifício onde, pelo menos para já, jazia aquela peça que até hoje fizera parte de mim e sempre acompanhara a minha vida, tanto privada como social, assim lhe acenando um definitivo adeus, pois que dela agora apenas receberei um póstumo relato analítico.
Desconheço que destino lhe virá a ser dado, mas imagino que, pelo menos a final, acabará por seguir para incineração, quiçá mesmo como mero resíduo hospitalar e sem qualquer dignidade.
Porém, como no caso a tiração ocorreu na capital do (ainda) reino dos belgas que, para além de capital europeia, também se arvora em capital da Europa, acabei por dali abalar com um maroto sorriso de cumplicidade com o vulcão islandês.
No final, o tirador tinha cara de satisfação com a tiragem feita. Pelo menos assim me pareceu. Ou assim quis que me parecesse…
À saída fiquei algum tempo a contemplar o edifício e a tentar perceber qual das suas janelas albergaria agora a minha peça avariada (foi para análise, disseram).
A janela até poderia ser nas traseiras. Inclinei-me, pois, tão respeitosamente quanto os agrafos me permitiram, perante a fachada central daquele edifício onde, pelo menos para já, jazia aquela peça que até hoje fizera parte de mim e sempre acompanhara a minha vida, tanto privada como social, assim lhe acenando um definitivo adeus, pois que dela agora apenas receberei um póstumo relato analítico.
Desconheço que destino lhe virá a ser dado, mas imagino que, pelo menos a final, acabará por seguir para incineração, quiçá mesmo como mero resíduo hospitalar e sem qualquer dignidade.
Porém, como no caso a tiração ocorreu na capital do (ainda) reino dos belgas que, para além de capital europeia, também se arvora em capital da Europa, acabei por dali abalar com um maroto sorriso de cumplicidade com o vulcão islandês.
Palavras chave:
frf
Segunda-feira, Maio 02, 2011
Os Príncipes
Na Florença renascentista, Maquiavel afirmava que “nas acções dos Príncipes, em que não existe tribunal a que recorrer, o que importa é o sucesso das mesmas”. “Procure, pois, um Príncipe, vencer e manter o Estado: os meios serão sempre julgados honrosos e por todos louvados, porque o vulgo sempre se deixa levar pelas aparências e pelos resultados, e no mundo não existe senão o vulgo; os poucos não podem existir quando os muitos têm onde se apoiar”.
Vem isto a propósito do calendário político que se vive em Portugal e de como o mesmo tem sido sublimemente conduzido pelos actuais responsáveis partidários. Um dos aspectos que mais impressiona na trágica situação nacional que atravessamos é que, paradoxalmente, ela resulta da enorme competência e engenho político dos seus protagonistas.
GOOD BYE
Admito, como por aí se vai dizendo, que a morte de Bin Laden possa não afectar significativamente a operacionalidade da Al Qaeda. Seja como for, a operação militar no Paquistão tem um importante e fundamental efeito dissuasor na luta contra o terrorismo que a nós muito aproveita: revela que o braço dos americanos é longo e não desiste.
Um dia isto vai acabar mal
A paciência vai-se esgotando, não só a minha que achava eu ser infinita e aos poucos venho descobrindo que é finita mas também a do povo em geral. Ou pelo menos dos que tenham alguma decência, alguma memória e acima de tudo algum amor próprio.
Ler e ouvir José Sócrates começa a ser insuportável. Normalmente conto até 10 e procuro convencer-me que a minha irritação advém do facto dele ser socialista e eu não. Mas dou conta que já estou na casa dos milhares e a irritação em vez de desaparecer aumenta e com ela o risco de partir a televisão.
É humanamente possível continuar a ouvir alguém que desbaratou milhares de milhões, que nos enganou, nos mentiu, nos saltou para as costas e gozou e ainda assim continuar como se nada fosse, como se ele fosse o único patriota, o único que zela pelo nossos interesses? Não, não é humanamente possível. Foi então que descobri que Portugal é local priviligiado para a existência de zombies e outros seres galácticos pois apesar destas evidências existem ainda 30% de alminhas que dizem ir votar no homem.
Mas ainda assim consigo controlar a minha furia na casa dos 80 mil milhões, com suores frios e unhas roídas, e decidir que vale a pena continuar a trabalhar, a pagar os meus impostos, a educar os meus filhos nos príncipios da honradez do respeito pelos outros e pelo amor à pátria. Só que está dificil pois eles já lêem jornais e ouvem noticias e perguntam se vale a pena com tanto aldrabão à solta.
Não sei onde isto vai parar. Mas confesso que não auguro nada de bom.
Ler e ouvir José Sócrates começa a ser insuportável. Normalmente conto até 10 e procuro convencer-me que a minha irritação advém do facto dele ser socialista e eu não. Mas dou conta que já estou na casa dos milhares e a irritação em vez de desaparecer aumenta e com ela o risco de partir a televisão.
É humanamente possível continuar a ouvir alguém que desbaratou milhares de milhões, que nos enganou, nos mentiu, nos saltou para as costas e gozou e ainda assim continuar como se nada fosse, como se ele fosse o único patriota, o único que zela pelo nossos interesses? Não, não é humanamente possível. Foi então que descobri que Portugal é local priviligiado para a existência de zombies e outros seres galácticos pois apesar destas evidências existem ainda 30% de alminhas que dizem ir votar no homem.
Mas ainda assim consigo controlar a minha furia na casa dos 80 mil milhões, com suores frios e unhas roídas, e decidir que vale a pena continuar a trabalhar, a pagar os meus impostos, a educar os meus filhos nos príncipios da honradez do respeito pelos outros e pelo amor à pátria. Só que está dificil pois eles já lêem jornais e ouvem noticias e perguntam se vale a pena com tanto aldrabão à solta.
Não sei onde isto vai parar. Mas confesso que não auguro nada de bom.
Domingo, Maio 01, 2011
Há um ano atrás...
"Há um ano atrás...
Este vídeo tem um ano!
http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/sinais-de-fogo/2010/4/portugal-e-a-bancarrota27-04-2010-01211.htm
Miguel Lume"
Este vídeo tem um ano!
http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/sinais-de-fogo/2010/4/portugal-e-a-bancarrota27-04-2010-01211.htm
Miguel Lume"
A tentação é no que dá
A prestação não foi muito vista e menos ainda mediatizada nas redes sociais. Como tal poucos terão visto. Mas ainda assim aqui fica a nota e o alerta para outros sedentos.
A cena passasse após o jogo Paços de Ferreira-Guimarães e no qual este perdeu por 2 a 1, tendo terminado o jogo com dez por expulsão de um seu jogador com nome indecorável e nacionalidade garantidamente que não portuguesa que viu 2 amarelos por simulações dentro da área no entendimento do árbitro.
Claro que havia que justificar a derrota e toca que o Presidente do Vitória apareceu na conferência de imprensa a atacar tudo e todos e a ameaçar deixar o futebol pois o seu clube tinha sido roubado em dois penalties descarados.
Mas azar dos azares o árbitro acertou nas duas vezes, ou seja em nenhuma delas é penalti e a segunda é clarissima a simulação do rapaz impronunciável.
Não existe ninguém que veja os jogos e depois avise as tropas para não fazerem figuras tristes? ou isso virou desporto nacional? E não poderiam os jornalistas questionar a veracidade das afirmações (partindo do principio que tinham visto o jogo e não sofriam de problemas de visão....)
Fica assim a nota para todos os que têm que gerir malta com "má visão" e muita sede de protagonismo. No futebol como na politica.
A cena passasse após o jogo Paços de Ferreira-Guimarães e no qual este perdeu por 2 a 1, tendo terminado o jogo com dez por expulsão de um seu jogador com nome indecorável e nacionalidade garantidamente que não portuguesa que viu 2 amarelos por simulações dentro da área no entendimento do árbitro.
Claro que havia que justificar a derrota e toca que o Presidente do Vitória apareceu na conferência de imprensa a atacar tudo e todos e a ameaçar deixar o futebol pois o seu clube tinha sido roubado em dois penalties descarados.
Mas azar dos azares o árbitro acertou nas duas vezes, ou seja em nenhuma delas é penalti e a segunda é clarissima a simulação do rapaz impronunciável.
Não existe ninguém que veja os jogos e depois avise as tropas para não fazerem figuras tristes? ou isso virou desporto nacional? E não poderiam os jornalistas questionar a veracidade das afirmações (partindo do principio que tinham visto o jogo e não sofriam de problemas de visão....)
Fica assim a nota para todos os que têm que gerir malta com "má visão" e muita sede de protagonismo. No futebol como na politica.
Palavras chave:
cf,
curiosidades
Simples curiosidade
Na sexta foram 2 mil milhões a ver o casamento real em inglaterra.
Amanhã serão vários mil milhões a ver a beatificação do papa.
Monarquia e religião católica a chamar a si as atenções do mundo.
Amanhã serão vários mil milhões a ver a beatificação do papa.
Monarquia e religião católica a chamar a si as atenções do mundo.
Palavras chave:
cf,
curiosidades
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