Domingo, Março 06, 2011

F$%$%-se é mesmo tempo de dizer PQ$%$%



Ao ler as declarações de Mário Dorminsky apeteceu-me pegar na pressão de ar velha que está há muito arrumada e ir comprar uns chumbos. Passarões não faltam. Aqui ficam algumas só para aquecimento. E quem tiver pressões de ar que avise.


“Há um festival parecido com a nossa lógica, que é no Estoril, organizado pelo Paulo Branco. A assimetria fundamental é que o festival do Estoril recebe 700 mil euros do Turismo de Portugal para a vinda de convidados estrangeiros, enquanto nós recebemos 35 mil. O país está a desaparecer e a ficar concentrado em Lisboa, e isto também se aplica à comunicação social, que desapareceu do país real”, disse Mário Dorminsky.

O mentor do Festival Internacional de Cinema do Porto deixou um pedido de desculpa a “alguns” meios de comunicação por não ter havido incêndios no Rivoli, mortos, ambulâncias do INEM, sangue a correr nas ruas do Porto e ninguém conhecido ter andado despido nos corredores dos hotéis, afirmando que, no âmbito do Fantas, deu entrevistas a várias televisões “a olhar para o boneco num cubículo, porque não havia jornalistas desses canais, na cidade do Porto, disponíveis para fazer a entrevista pessoalmente”.

“Não temos aquele caquético ‘jet set’ que aparece invariavelmente nas revistas cor-de-rosa e nas múltiplas páginas que os diários lhes dedicam. Lamentavelmente não houve motivos de notícia, os filmes e os realizadores deste festival só irão ter destaque quando forem ao micro país chamado Lisboa. A comunicação social dá seis páginas de destaque a um cineasta que vai a Lisboa a determinados festivais, quando nós já há 10 anos exibimos os filmes desses cineastas em contínuo. Quem está em Lisboa não faz a mínima ideia do que se faz no resto pais, à excepção de mortos ou quedas das casas”, criticou o organizador.

os tempos são de luta

Primeiro foram os Deolinda com o "Parva que eu sou" agora os Homens da Luta vencem o festival da canção com "Luta é Alegria". Pelo meio há a convocatória para as manifestações da "Geração à rasca".
O certo é que vivemos tempos muito conturbados e de grandes mudanças:

  • Já não há empregos para vida
  • Ter um curso superior não garante um emprego
  • Ficar rico volta a ser apenas com o casamento ou o euromilhões pois com o trabalho terminou
Claro que esta realidade é dura e com ela depara-se toda uma geração e as que mais virão.

Mas os problemas não são apenas estes mas muitos outros e mais graves. E o sentimento que está instalado nas pessoas é de impotência. O povo português vai aceitando ano após ano governantes sem categoria e politicas sem rumo. Mas há-de haver o dia em que a paciência esgota. A minha está quase nos limites e por isso mesmo não sei se no dia 12 não irei passear com os meus filhos para avenida da liberdade.

Sábado, Março 05, 2011

Postal de Luanda



Segundo o Jornal de Angola, o primeiro Secretário do MPLA, Bento Bento, acusou alguns angolanos residentes no exterior de incitarem à desordem no país. Estes angolanos, acrescentou, vivem em países como Portugal, França, Alemanha, Itália, Grã-Bretanha e Bélgiica.
Onde é que eu já ouvi isto?

Foto do mercado de S. Paulo (Luanda)

Porque hoje é Sábado

Óleo de Childe Hassam "Charles River and Beacon Hill" - 1892

Alternativa e Responsabilidade


http://www.alternativaresponsabilidade.org/2011/03/01/video-heranca-socialista/

Quarta-feira, Março 02, 2011

O Ultimato Alemão


Há cerca de 100 anos tivemos um ultimato Inglês e, pouco tempo depois, caiu o regime.

Algo me diz que, com a ida de Socrates à Alemanha, temos aí outro ultimato.

Vamos ver quem e o que é que vai cair.



Imagem-Rafael Bordalo Pinheiro

Goa

"O texto só surpreende quem nunca foi a Goa".

Miguel Lume


"O texto só surpreende quem nunca foi a Goa".

EPIS – Empresários pela Inclusão Social

Trata-se de uma associação de origem empresarial que ajuda estudantes com dificuldades de rendimento escolar a melhorarem o seu percurso curricular (www.epis.pt)

Tem vários méritos: tem origem na sociedade civil, promove a integração de estudantes em risco de abandono escolar e tem uma cultura de responsabilização dos beneficiados.

É presidida por Pires de Lima. Tem tudo para dar certo.

Miguel Lume

Terça-feira, Março 01, 2011

Thatcher

http://www.youtube.com/watch?v=xvz8tg4MVpA






http://www.youtube.com/watch?v=okHGCz6xxiw



Miguel Lume

Correcção

Há coisas que não se conseguem explicar, mas têm que ser corrigidas.

O Miguel Lume, um grande Amigo, um excelente Médico e um notável Pensador de todas as causas tem, tal como outros "convidados", escrito algumas "postas" que tenho vindo a publicar no "Nortadas".

Infelizmente nem todas ficaram como deviam. Umas resultaram incompletas, outras saíram por assinar pelo autor, algumas estão cortadas e "comentadas/acrescentadas". Enfim, pressas do meio minuto, baralhadas e trapalhadas. Minhas está claro.

Por isso, com as minhas desculpas ao Miguel e aos Leitores, aqui passam a constar com as devidas correcções.

DEVE ESTAR A REINAR

Diz Sócrates, calculo que para gozar connosco, que o Estado fará tudo o que for necessário para cumprir os objectivos orçamentais de 2011, acrescentando ainda que isso será absolutamente fundamental para a credibilidade (não sei se dele ou do Estado).
Nada disto é verdade, como sabemos, nem há credibilidade que, pelo menos quanto a esta matéria, possa ser recuperada por Sócrates e pelo Ministro das Finanças.
O Estado de Sócrates até agora apenas cobrou cada vez mais impostos, em prejuízo dos cidadãos, das empresas e da economia em geral. O Estado de Sócrates não sabe nem quer fazer nada para cumprir os objectivos orçamentais, não tendo sido minimamente capaz de reduzir ou de controlar a despesa ou de mostrar que sabe o que está a fazer. Que credibilidade é que isto merece?